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“Não quis abandonar a Académica num dos períodos mais negros da sua história”
Quem nunca fez uma viagem por amor? No caso de Guilherme Imperial, o amor chama-se Académica. Num ano em que a equipa dos estudantes venceu apenas três jogos, no campeonato da segunda liga, o jovem de 23 anos “não quis abandonar a Académica”.
No Estádio Cidade de Coimbra, claro, mas também em Faro, Vila do Conde, Covilhã, Madeira ou “onde fosse preciso”. Sempre para ver a “mágica” Briosa.
(Ler reportagem completa na edição impressa do DIÁRIO AS BEIRAS em 13/06/2022)


