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Imagiologia do HDFF com tecnologia de ponta

19 de às 10h03
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DR/Jot’Alves

O Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF) adquiriu novos equipamentos para o serviço de Imagiologia, por um milhão de euros. Os novos aparelhos de raio-X e TAC são de última geração, o que permite reduzir o tempo do exame, já que os resultados podem ser visualizados no ecrã em tempo real, e aumentar a qualidade da imagem, o que proporciona diagnósticos mais fidedignos.
A máquina de TAC, que custou 600 mil euros, pagos pelo Orçamento do Estado, está equipada com tecnologia de ponta, sendo a única e a melhor da sua geração na região Centro, adiantou a presidente do conselho de administração do HDFF, Ana Raquel Santos, ao DIÁRIO AS BEIRAS. O novo equipamento de raio-X, por seu lado, além das referidas vantagens, emite menos radiação, protegendo, assim, mais os profissionais e os pacientes dos efeitos nocivos das radiografias.
O serviço de Imagiologia está ainda equipado com um novo ecógrafo e uma mesa telecomandada. A administração do HDFF não investiu apenas em equipamentos de última geração, já que também realizou obras de requalificação no espaço onde está instalada aquela especialidade.
Não são apenas os pacientes do HDFF que beneficiam dos novos equipamentos. A melhoria das condições de trabalho reflete-se, também, numa motivação acrescida dos profissionais, como exteriorizou Isabel Abreu, técnica coordenadora do serviço de Imagiologia, na reportagem do DIÁRIO AS BEIRAS.

Segue-se a ressonância magnética
“Tentamos dar as melhores condições possíveis aos nossos utentes e profissionais, garantindo que têm acesso a equipamentos de última geração que permitem um diagnóstico precoce o mais rapidamente possível, sabendo nós, também, que a evolução tecnológica nesta área é muito forte, e nós quisemos dotar o hospital com os melhores equipamentos”, disse Ana Raquel Santos.
A responsável adiantou que o plano de investimentos no serviço de Imagiologia ainda não está concluído. “Em termos de evolução, o que nós gostaríamos de ter nesta área, e vamos defendê-la, é a instalação de um equipamento de ressonância magnética, que pretendemos que seja concretizada assim que possível”, revelou a administradora. O equipamento e as obras de adaptação custarão 1,2 milhões de euros.
Neste momento, os pacientes do HDFF têm de recorrer ao setor privado, em Coimbra, para realizar ressonâncias magnéticas, ao abrigo de protocolos celebrados entre o Hospital da Figueira da Foz e os privados. “Temos um volume de doentes que justifica este investimento”, garantiu Ana Raquel Santos.

Bloco Operatório a funcionar em pleno
O HDFF tem uma área de influência que abrange os municípios da Figueira da Foz, Montemor-o-Velho, Soure, Mira, Pombal e Cantanhede. No total, tem 120 mil potenciais utentes.
O hospital tem vindo a apostar na modernização e no reforço da qualidade dos serviços. Em março deste ano, recorde-se, inaugurou uma novo Bloco Operatório, que já se encontra a funcionar com toda a sua capacidade instalada.

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