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Arganil: Escola de natação garante nível máximo FPN

26 de às 10h48
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A Escola Municipal de Atividades Aquáticas de Arganil obteve, pelo segundo ano consecutivo, o nível 4 de qualidade – Excelência, nível mais alto de qualidade. A distinção reconhece o percurso dos últimos quatro anos, no que respeita ao aperfeiçoamento dos processos pedagógicos, didáticos e de gestão da sua escola de natação”, que atingiram a excelência.
A placa foi entregue ao vereador do desporto da Câmara de Arganil, Luís Almeida, e ao diretor técnico da Piscina Municipal, Paulo Soares, pelo presidente da Federação Portuguesa de Natação, António Silva, e pelo auditor do processo, Tiago Barbosa.
Na sequência da entrega da placa, Luís Almeida referiu, na última reunião camarária, que este prémio “atribui condições de excelência à piscina municipal, ao nível da organização, do planeamento, da qualidade do serviço prestado aos seus utentes, mas também das suas instalações”.
Satisfeito também com a certificação obtida, o vereador socialista Paulo Teles Marques aproveitou a ocasião para questionar o executivo camarário sobre o que é que está planeado na piscina, na sequência de notícias difundidas a propósito da poupança de energia.
“Parece-me que a instrução é reduzir a temperatura, quer a temperatura da água quer do ambiente, de forma a poupar alguma energia”, afirmou o vereador do PS, sublinhando: “Gostava de saber se já temos alguma coisa implementada nesse sentido ou se é para implementar e quando”.

Redução de consumo energético nas piscinas
Em resposta, o vereador do desporto do município de Arganil lembrou a Resolução do Conselho de Ministros, especificamente no que concerne à redução do consumo energético de piscinas e complexos desportivos, para explicar que “há ações sem investimento e com investimento”.
Quanto às ações com investimento, adiantou que a câmara está a fazer um levantamento, até porque tem entre três e 12 meses para ver de que forma é que se podem implementar as medidas.
Já relativamente às ações sem investimento, passam, sobretudo, “pela regulação das temperaturas das águas e dos banhos, da nave da piscina”, anunciou Luís Almeida, ressalvando: “Essa ação já estamos a implementar, de forma gradual, porque baixar, por exemplo, dois graus numa piscina aquecida é um impacto brutal. Estamos a fazê-lo de forma gradual e a sensibilizar as pessoas para o efeito”.

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