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Metro abate árvores nas traseiras da Quinta D. João

04 de às 12h23
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A Metro Mondego abateu ontem árvores situadas nas traseiras da Quinta D. João. “Um abate sem pré-aviso. Invadindo e danificando propriedade privada. Sem autorização da Agência Portuguesa do Ambiente. Sem estudo de avaliação de impacto ambiental. Múltiplas ilegalidades”, denunciou ontem ao DIÁRIO AS BEIRAS Nuno Martins, arquiteto e membro do movimento ClimAção Centro.

Este novo corte, junto à área onde antes passava a linha do comboio, ocorreu devido ao avanço das obras do Sistema de Mobilidade do Mondego. Recorde-se que há cerca de uma semana, a empresa já tinha anunciado uma operação de “desmatamento” naquela zona, que foi logo contestada pelo movimento.

“Na realidade, a Metro pretende abater árvores, algumas com mais de 40 anos de idade e que estão completamente fora do canal do MetroBus”, alertou, na altura, o ClimAção Centro. Ontem, pela manhã, a empresa deu início à operação.
De acordo com Nuno Martins, os “moradores, incrédulos, quase todos idosos, estavam em choque”.

“Protestaram, mas não conseguiram evitar o abate de sete árvores. Foi vergonhoso. E, mais uma vez, ilegal. Serão responsabilizados “, garantiu. Entretanto, a PSP foi chamada ao local e tomou conta da ocorrência.

Ler notícia completa na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS 

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