Bombeiros de Coja pedem carros de combate a fogos e de socorro
As necessidades de renovação da frota automóvel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Coja passa pela aquisição de um novo veículo ligeiro de combate a incêndios (VLCI), com um custo de 71.500 euros; um veículo de socorro e assistência especial (VSAE), usado e importado, com material de desencarceramento e combate a incêndios urbanos, no valor de 75.000 euros; e um novo veículo dedicado ao transporte de doentes não urgentes (VDTD), com plataforma elétrica para acesso a cadeira de rodas, num investimento que rondará os 48.500 euros.
Será a forma de “dotar, dentro da disponibilidade financeira da associação, o corpo de bombeiros de mais e melhores meios, para o desempenho da sua missão”, disse Paulo Silva, presidente da direção da instituição.
Obras necessárias no quartel de Pomares
Outro dos objetivos delineados passa por “iniciar as obras de reabilitação do quartel da 5.ª secção de Pomares, estimadas em 90.000 euros, após aprovação da candidatura a fundos públicos”. Adiantando também que é pretensão da associação “iniciar o processo de obras necessário à ampliação do parque automóvel, localizado a sul do quartel sede, de forma a acomodar todos os veículos ao serviço do corpo de bombeiros”, acrescentou que, em 2023, se pretende também “iniciar as obras de estabilização e reabilitação da torre de controlo do Aeródromo de Coja, espaço sob gestão da associação”, embora “a intervenção prevista para a reativação das pistas e respetivas obras se encontrem condicionadas e a aguardar a disponibilização de fundos comunitários, sem os quais a associação, por impossibilidade de recursos financeiros próprios, não poderá avançar com a sua reativação”.
Paulo Silva garantiu que vai “continuar a dotar os bombeiros de equipamentos de proteção individual” e que se continuará a “efetuar os contactos necessários para a instalação/criação do futuro Museu dos Bombeiros Voluntários de Coja, tendo em consideração que os anteriores contactos mostraram-se infrutíferos”.
Paulo Silva concluiu que é necessário também “angariar novos voluntários, através da divulgação e dinamização de várias iniciativas”, assim como “apoiar a Escolinha de Bombeiros e a Fanfarra”.


