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Amílcar Falcão: “Garantir a melhor conciliação possível entre proteção dos espaços e fruição dos visitantes”

28 de às 09h38
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Amanhã (quarta-feira) toma posse para um segundo mandato como reitor da Universidade de Coimbra. Quais são as suas expetativas para os próximos quatro anos?

Espero um mandato tão desafiante como o primeiro, num período em que se perspetivam reconfigurações bastante significativas no modelo de financiamento, no emprego científico e no enquadramento legislativo do ensino superior nacional, às quais a Universidade de Coimbra terá de responder da melhor forma. Sabemos o que queremos e acredito plenamente que, com o contributo de toda a comunidade académica, em 2027 teremos uma UC ainda robusta e preparada para o futuro.

Que projetos pretende ver concluídos até 2027?

Acima de tudo, pretendo uma Universidade ainda mais forte no ensino, na investigação e na partilha de conhecimento para a sociedade, sempre comprometida com os desafios societais – inclusiva, com forte resposta na ação social e empenhada na sustentabilidade ambiental. Sendo mais concreto, ao nível da obra visível a olho nu, espero poder avançar com uma profunda reforma pedagógica e enriquecer o nosso edificado com novas infraestruturas de ensino e investigação.
No Polo II e Polo III, quais são as prioridades de investimento?
No Polo III, a empreitada do UC Biomed caminha a passos largos para a sua conclusão. E – embora não dependa só de mim – espero começar a expansão do ICNAS e a construção da Subunidade 2+4 da Faculdade de Medicina (FMUC), que é o que falta para acabar o Polo III e para FMUC se poder transferir definitivamente para o Polo III. No Polo II espero também criar uma estrutura que permita uma maior articulação entre os diferentes departamentos de Engenharia, potenciando as condições de atratividade desses cursos. Isso é algo que, naturalmente, vai ter de ser trabalhado com a FCTUC.

O primeiro mandato fica marcado pela pandemia e pela nova realidade do ensino. A reforma pedagógica que pretende fazer vai colocar a Universidade de Coimbra nos novos tempos do ensino superior?

O objetivo é esse: preparar a Universidade do futuro, adaptada a todas as transformações que o ensino superior e o mercado de trabalho vão enfrentar nas próximas décadas. Isso implica uma mudança de mentalidades, com reformulação de currículos, reconfiguração de competências e muito foco na inovação pedagógica.

Ler entrevista completa na edição impressa e digital de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS

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