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Ginástica: Associação pede interesse público desportivo municipal para novo pavilhão

04 de às 11h33
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DB-|e| Miguel Almeida-João Bonacho, Ana Cláudia Guedes, Paulo Oliveira e Gonçalo Cunha durante a conferência de imprensa que decorreu no Café Concerto do Convento São Francisco

Adjudicada desde abril de 2019, a obra que prevê a construção do Centro Olímpico de Ginástica no Vale das Flores, em Coimbra, ainda não arrancou.
Um diferendo entre a Câmara de Coimbra (CMC) e a empresa concessionária da obra, a Supera Areeiro, sobre as taxas urbanísticas está na base do atraso.
A CMC alega que a empresa tem de pagar as taxas, no valor de 267 mil euros. “O projeto foi licenciado e, com ou sem taxas, podia começar, mas a Câmara tinha razão e a empresa tem de pagar taxas”, afirmou o presidente da CMC, José Manuel Silva na reunião da autarquia da passada segunda-feira.
A Supera Areeiro argumenta que não é proprietária do terreno (é municipal e o contrato de concessão é de 40 anos), e por esse motivo não teria de pagar as taxas. Apesar deste entendimento, a empresa vai avançar com o pagamento das taxas e avançar com a obra. O valor será depois reclamado por via administrativa ou judicial.

Interesse público desportivo municipal
Alertada e preocupada com a situação, a direção da AGD Centro convocou uma conferência de imprensa para pedir à CMC a declaração da obra como sendo de “interesse público desportivo municipal. “Concordamos com o parecer da CCDRC quanto às taxas, mas têm-se esquecido o fator do direito local. Pedimos a declaração de interesse público desportivo municipal. A redução das taxas nunca foi discutida”, lamentou a presidente da AGD Centro, Ana Cláudia Guedes.

Pode ler a notícia completa na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS

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