Coimbra: Enchidos de todo o país deram sabor ao quartel de Santana
A Feira do Fumeiro terminou ontem e, segundo o presidente da União das Freguesias de Coimbra, João Francisco Campos, o evento correspondeu às expectativas.
“Foi uma iniciativa muito positiva, as pessoas aderiram à feira. Tivemos 11 bancas de fumeiros de várias partes de Portugal. A grande lacuna foi não termos o fumeiro do Alentejo, mas para o ano vamos ter de certeza. Muito mais do que número de fumeiros, quisemos ter uma diversidade de fumeiros”, disse.
O certame realizou-se no quartel de Santana, junto aos Arcos do Jardim, e João Francisco Campos assumiu que a escolha foi um sucesso.
“Fizemos a feira num espaço emblemático da cidade de Coimbra. O exército abriu-nos este local central da cidade de Coimbra. Nós passamos muitas vezes à porta daqui do quartel de Santana vemos os muros do exército. Ficamos sempre com esta ideia que o exército se fecha entre muros, mas o exército queria que este local fosse aberto à comunidade civil. Não será o único evento que vamos fazer”, vincou.
Novo evento no quartel
João Francisco Campos esclareceu que a escolha acabou por “reparar uma falha” que se tinha cometido.
“Quisemos reparar a falha que havia por a mostra dos doces conventuais ter saído daqui para o Convento São Francisco. Fazia sentido termos aqui um evento. Apesar de os enchidos não serem um alimento típico de conventos, também havia obviamente enchidos nos conventos”.
Local agradou a todos
Também os comerciantes ficaram satisfeitos com o local.
Manuel Teresinho, dos enchidos Alexandra e Teresinho, reiterou que o local é indicado para receber a feira.
“Estes claustros são muito bonitos e amplos. A feira fica aqui muito bem, foi um local muito bem escolhido”, afirmou.
Tanto os comerciantes como o presidente da União das Freguesias não deixaram de lamentar, no entanto, o mau tempo que se fez sentir no sábado.
“No sábado tivemos mau tempo, com chuva, o que afastou um pouco as pessoas, mas correu, no geral muito bem”, disse João Francisco Campos.
Elisabete Cortez, proprietária da mercearia Quinta do Zorro, corroborou com o presidente da União das Freguesias.
“O sábado foi mais fraquinho porque choveu e não veio tanta gente. Ainda assim o local compensa e para o ano, com mais divulgação, ainda vai correr melhor”, salientou.


