Plano de mobilidade da JMJ apresentado entre 10 e 14 de julho
O Governo adiantou hoje que o plano de mobilidade da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) será divulgado entre 10 e 14 de julho, visando identificar zonas de acesso condicionado na semana entre 01 e 06 de agosto.
Ester calendário foi transmitido pela ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, em conferência de imprensa, no final da reunião do Conselho de Ministros, durante a qual defendeu que estão em fase adiantada os planos de segurança, de saúde (este já apresentado) e de mobilidade da JMJ.
De acordo com Ana Catarina Mendes, o plano de mobilidade será conhecido entre os dias 10 e 14 de julho para que haja tempo de os cidadãos perceberem as decisões das forças de segurança e das câmaras municipais em relação a artérias que ficarão condicionadas na semana de 01 a 06 de agosto”.
Questionada sobre eventuais atrasos na conclusão dos planos de preparação da JMJ, a ministra rejeitou e respondeu: “Digo que tem havido articulação com as câmaras municipais e com a empresa da área metropolitana que está a trabalhar neste plano”.
“Tem havido reuniões prementes com as forças de segurança para se desenhar o plano de mobilidade. A determinação do Governo é que corra tudo bem e que haja articulação entre todas as entidades”, disse.
Na perspetiva da ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, “a 33 dias do início da JMJ os trabalhos estão bastante adiantados, seja no plano de segurança, seja no plano de saúde (que já foi apresentado aos portugueses), seja ainda em matéria de plano de mobilidade que será apresentado nos próximos dias”.
Perante os jornalistas, Ana Catarina Mendes salientou que a JMJ será “o maior evento de sempre recebido em Portugal”, esperando-se, segundo dados da Igreja Católica, entre um milhão e 1,5 milhões de peregrinos.
De acordo com a ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, “tem havido o cuidado de periodicamente ser feito um ponto de situação sobre todas as dimensões que envolvem a organização” da JMJ.
“O plano de mobilidade, talvez porque seja o último instrumento que falta saber, gera mais dificuldade. Mas a dificuldade é também explicada porque a empresa que está a desenhar com as câmaras e com as forças de segurança tem de ter a certeza de quanto são os peregrinos que aqui vão estar e quais as necessidades da JMJ, visando depois explicar à população quais são as artérias que serão cortadas ou redirecionadas nos próximos tempos”, justificou.
A ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares adiantou que esta manhã falou com autarcas sobre este assunto “para perceber as razões dessa ansiedade”.
“Mas diria que tem mais a ver com o facto de o plano de mobilidade ainda não estar totalmente fechado, já que falta apurar o número final de inscritos na JMJ”, acrescentou.


