Feira do Ano reorganizou-se e espera bater recordes
A Feira do Ano volta em 2023 ainda com mais força. Qual a razão desta aposta do município?
Para um município que tem a sua localização geográfica entre Coimbra e a Figueira da Foz há a necessidade de nos reinventarmos todos os dias para poder mos sobressair e hoje, no panorama da região, já não são só estes dois municípios que produzem eventos com grande notoriedade. Nessa perspetiva, a aposta do município na promoção do seu território, das suas associações, dos seus empresários e das suas potencialidades é num grande evento como a Feira do Ano.
É um evento que pretende crescer todos os anos?
Óbvio. Estimamos que com o cartaz que temos e com a projeção dos anos anteriores que, este ano, se estabeleçam mais recordes. Temos mais expositores, mais artistas, uma área maior, maior espaço de tenda e, naturalmente, que os records vão acontecer. Com a inauguração do parque ribeirinho ela terá o seu percurso natural. Quando projetámos o Parque Ribeirinho já pensávamos que a feira se podia estender para esse espaço. Não sei se será no próximo ano ou daqui a dois anos.
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Já é tempo de o nosso querido líder fazer como o Generalíssimo em Espanha… Ou seja, criar o seu próprio mausoléu (sem que com isto se lhe esteja a desejar a morte, bem pelo contrário, dado que se espera que tenha uma longa vida)…
O Comissário do Povo não dá ponto sem nó. Estranhamente, ainda não foi cooptado para uma secretaria de Estado no Governo da Republica (chegar a ministro bem sabemos que seria mais difícil porque os olheiros do partido darão certamente preferência a outros candidatos saídos da elite partidária, porque ainda não somos a URSS e existe proselitismo nos partidos do alterne / alternância)… O que será necessário o Comissário do Povo fazer para lá chegar? Será necessário um Danoninho, para ver se lhe deixa de faltar aquele bocadinho assim?