Latada une cultura, tradição, música e desporto
Festa das Latas e Imposição de Insígnias 2023 começa hoje com a Serenata, na praça da Sé Nova. Até domingo, a festa organizada pela Associação Académica de Coimbra promete muitos concertos, oferece entrada no jogo da Briosa a todos os estudantes e volta a trazer o cortejo para as ruas da cidade. Escolas do Politécnico de Coimbra e a Erasmus Student Network foram convidadas para participar na festa
João Pedro Caseiro reeleito presidente da AAC
O candidato da lista S – Sentir Académica, João Pedro Caseiro, venceu ontem as eleições da Associação Académica de Coimbra, ao derrotar as listas P – Parem de Empatar (2.º lugar) e E – Estudantes Primeiro (3.º lugar), encabeçadas por Wilson Domingues e Gonçalo Lopes, respetivamente.
João Caseiro promete AAC mais próxima
Líder do projeto “Sentir Académica”, João Pedro Caseiro recandidata-se a presidente da Direção-Geral da AAC depois de em março ter sido eleito. Estudante da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, foi vice-presidente de Cesário Silva
João Pedro Caseiro recandidata-se à AAC
O atual presidente da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG-AAC) anunciou, no domingo, a sua recandidatura à presidência da estrutura associativa.
Demissão de vice da AAC “apanhou todos de surpresa”
O presidente da direção-geral da Associação Académica de Coimbra (DG-AAC), João Pedro Caseiro admitiu ontem que o pedido de demissão do vice-presidente da estrutura apanhou toda a equipa de surpresa.
Entrevista: “Temos combatido a todo o custo o impacto da inflação nas festas académicas”
Entrevista a João Pedro Caseiro, presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC)
Nova DG-AAC quer manter proximidade com os estudantes
Nova direção-geral da AAC tomou ontem posse. João Pedro Caseiro quer manter a proximidade com os estudantes e honrar a história da mais antiga associação de estudantes do país
Opinião: Há sempre alguém que resiste
Opinião de João Pedro Caseiro. “Ao olhar para a história das lutas estudantis, entre as quais as crises de 1962 e de 1969, identifica-se a preponderância do papel da Academia de Coimbra”
