{"id":240819,"date":"2022-06-22T10:27:04","date_gmt":"2022-06-22T09:27:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.asbeiras.pt\/?p=240819"},"modified":"2022-06-22T10:27:04","modified_gmt":"2022-06-22T09:27:04","slug":"o-nosso-objetivo-e-claramente-aumentar-o-numero-de-alunos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/o-nosso-objetivo-e-claramente-aumentar-o-numero-de-alunos\/","title":{"rendered":"\u201cO nosso objetivo \u00e9 claramente aumentar o n\u00famero de alunos\u201d"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.asbeiras.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Rui-Amaro-AF-2-of-13.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-240820\" src=\"https:\/\/www.asbeiras.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Rui-Amaro-AF-2-of-13.jpg\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"628\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Quais s\u00e3o os principais objetivos da dire\u00e7\u00e3o da ESAC para os pr\u00f3ximos quatro anos?<\/strong><br \/>\nMentiria se n\u00e3o dissesse que queremos dar continuidade ao trabalho que temos vindo a fazer, embora tiv\u00e9ssemos dado uma nota na necessidade de articularmos melhor internamente o di\u00e1logo entre as pessoas e tornar as pessoas mais presentes nas decis\u00f5es, portanto fazer isto de uma forma mais participada. O nosso objetivo \u00e9 claramente, nesta senda que temos tido nos \u00faltimos anos, aumentar o n\u00famero de alunos, queremos continuar a fazer isso e queremos refor\u00e7ar, ainda mais, o nosso papel na investiga\u00e7\u00e3o que, no seio do Polit\u00e9cnico de Coimbra, a Escola Agr\u00e1ria tem um papel importante ao n\u00edvel da investiga\u00e7\u00e3o; queremos refor\u00e7ar isso.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 v\u00e1rios projetos que j\u00e1 est\u00e3o a ser desenvolvidos\u2026<\/strong><br \/>\nH\u00e1 um conjunto de projetos, nomeadamente no \u00e2mbito do PRR, a que nos candidat\u00e1mos e que pensamos que v\u00e3o ser um bom refor\u00e7o. Acreditamos que alguns v\u00e3o mesmo acontecer. Depois h\u00e1 um conjunto de objetivos que passa por compromissos assumidos.<br \/>\nNo PRR foi aprovado um plano de forma\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito do IPC ao qual n\u00f3s, Escola Agr\u00e1ria, vamos ter que dar resposta. Essa resposta passa por Cursos T\u00e9cnicos Superiores Profissionais (CReSP), p\u00f3s-gradua\u00e7\u00f5es, de micro-credencia\u00e7\u00f5es, envolvendo programas como o Impulso Jovem ou o Impulso Adultos. Temos um compromisso que temos que cumprir.<br \/>\nTemos um papel importante na Escola da Floresta, na Lous\u00e3, onde a componente das florestas vai ser forte. Portanto o nosso compromisso passa por assumir esses cursos e essa leciona\u00e7\u00e3o, ainda que tenhamos que recorrer a formadores externos, n\u00e3o necessariamente s\u00f3 com professores da casa.<\/p>\n<p><strong>Para al\u00e9m desses h\u00e1 outros que j\u00e1 est\u00e3o implementados?<\/strong><br \/>\nSim. Estamos numa escola antiga, com 135 anos. Embora este edif\u00edcio central tenha sido reconstru\u00eddo na d\u00e9cada de 70 do s\u00e9culo passado, depois foi objeto de uma reconvers\u00e3o interna, em 1980, portanto h\u00e1 40 anos. Toda a infraestrutura carecia de uma interven\u00e7\u00e3o. H\u00e1 seis anos todas as coberturas eram em chapas de lusalite, portanto com amianto, e todas as janelas eram madeira com frestas de 1 cm e vidro simples.<br \/>\nTem havido, nos \u00faltimos anos, um esfor\u00e7o interessante e relevante da nossa parte de sermos impulsionadores, dentro do pr\u00f3prio IPC, de candidaturas a projetos de efici\u00eancia energ\u00e9tica. Temos o prazer de ter corrido bem. Conseguimos mostrar que \u00e9 poss\u00edvel com edif\u00edcios antigos fazer alguma reconvers\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Que mudan\u00e7as j\u00e1 foram feitas com esses apoios de programa de efici\u00eancia energ\u00e9tica?<\/strong><br \/>\nJ\u00e1 substitu\u00edmos mais de 800 janelas, j\u00e1 substitu\u00edmos as coberturas todas. J\u00e1 temos uma janela com corte t\u00e9rmico, vidro duplo, oscilobatente.<br \/>\nPode afirmar-se que uma das \u201cbandeiras\u201d desta dire\u00e7\u00e3o est\u00e1 na melhoria das infraestruturas?<br \/>\nSeguramente. Costumo dizer, em jeito de brincadeira, que temos tanto direito como as outras escolas do IPC a ter condi\u00e7\u00f5es decentes para os nossos alunos e trabalhadores. L\u00e1 por sermos uma escola de agricultura.<\/p>\n<p><strong>Em termos de \u00e1rea a ESAC deve ser das maiores escolas do IPC\u2026<\/strong><br \/>\nTemos uma \u00e1rea muito grande e temos cerca de 40 edif\u00edcios, o que \u00e9 uma dor de cabe\u00e7a para gerir. Falamos de edif\u00edcios com mais de 100 anos. Eu chego a ter roturas de \u00e1gua numa canaliza\u00e7\u00e3o que tem quil\u00f3metros.<br \/>\nTemos que estar em perman\u00eancia a socorrer e temos feito remodela\u00e7\u00f5es, temos feito substitui\u00e7\u00f5es parciais ao n\u00edvel das infraestruturas, mas algo com esta dimens\u00e3o nunca est\u00e1 acabado. Temos 140 hectares, 90 aqui junto da cidade e \u00e9 de facto um desafio permanente.<\/p>\n<p><strong>Quantos alunos tem neste momento a ESAC?<\/strong><br \/>\nUltrapass\u00e1mos os 1000 alunos, estamos com cerca de 1160. Temos muitos cursos, licenciaturas s\u00e3o oito, as duas \u00faltimas foram Turismo em Espa\u00e7os Rurais e Naturais e Enfermagem Veterin\u00e1ria, que abriu h\u00e1 dois anos. Esse curso de enfermagem veterin\u00e1ria permitiu, de facto, um refor\u00e7o interessante ao n\u00edvel da procura, porque esta \u00e1rea \u00e9 complicada.<\/p>\n<p><strong>Na tomada de posse apelou \u00e0 renova\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es das oficinas tecnol\u00f3gicas de Lactic\u00ednios e de Hortofrut\u00edcolas. Isso pode avan\u00e7ar a curto prazo?<\/strong><br \/>\nEu queria. Ali\u00e1s era um grande desiderato nesta candidatura do IPC aos PRR e Impulso Jovem e Adultos, era a minha esperan\u00e7a que n\u00f3s consegu\u00edssemos alocar uma verba para investir nas Oficinas Tecnol\u00f3gicas de Lactic\u00ednios e Hortofrut\u00edcolas.<br \/>\nCom essas oficinas conseguimos ter uma muito boa liga\u00e7\u00e3o ao exterior e conseguimos fazer um trabalho de investiga\u00e7\u00e3o muito merit\u00f3rio, portanto somos reconhecidos na zona por isso. De facto, n\u00e3o obstante termos investidos l\u00e1 h\u00e1 cerca de 30 anos, as condi\u00e7\u00f5es est\u00e3o a degradar-se.<\/p>\n<p><strong>Esse financiamento para a renova\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es. Qual \u00e9 o valor necess\u00e1rio?<\/strong><br \/>\nEstamos a falar na ordem dos 800 mil euros, entre equipamento e reconvers\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es, porque cheg\u00e1mos \u00e0 conclus\u00e3o que n\u00e3o vale a pena estar a insistir naquele s\u00edtio, porque \u00e9 um edif\u00edcio centen\u00e1rio, que tem 150 anos, foi, em tempos, a secretaria da escola. J\u00e1 teve v\u00e1rias utiliza\u00e7\u00f5es e h\u00e1 cerca de 30 anos foi remodelado para o fim que tem agora.<br \/>\nA tecnologia vai mudando e as exig\u00eancias sanit\u00e1rias s\u00e3o cada vez maiores, portanto n\u00f3s precisamos mesmo de fazer uma coisa de raiz.<\/p>\n<p><strong>Falou em \u201cinterven\u00e7\u00f5es em excesso\u201d que \u201cfazem temer pelo futuro e sustentabilidade deste espa\u00e7o\u201d. Que planos <\/strong><strong>do IPC o levam a assumir isso?<\/strong><br \/>\nTenho algum receio. Isto \u00e9 uma zona muito apetecida. Estamos dentro da cidade, s\u00e3o 90 hectares, perto de n\u00facleos urbanos. H\u00e1 uma tend\u00eancia para nos esquecermos que isto se calhar \u00e9 das \u00faltimas quintas senhoriais que ainda existe nesta zona e \u00e9 patrim\u00f3nio do Estado.<br \/>\nH\u00e1 aqui uma responsabilidade nossa de tentar manter isto de alguma maneira. N\u00e3o sou, nem nunca fui, contra o progresso e a melhoria das condi\u00e7\u00f5es, sempre apoiei e dei ideias. Recordo que a sede o IPC vai mudar aqui para o edif\u00edcio da Casa do Bispo, que \u00e9 dentro da ESAC. Era um edif\u00edcio que era nosso e que foi cedido ao IPC. N\u00f3s n\u00e3o t\u00ednhamos condi\u00e7\u00f5es para conservar aquilo, por isso faz todo o sentido em vez de construir uma coisa nova recuperarmos patrim\u00f3nio. Construir coisas novas em cima de um patrim\u00f3nio que h\u00e1 135 anos \u00e9 uma escola ligada \u00e0 agricultura, acho que isso tem que ser com cuidado.<\/p>\n<p><strong>Referiu, em rela\u00e7\u00e3o aos ciclos de forma\u00e7\u00e3o, que a ESAC deve fazer uma transi\u00e7\u00e3o para uma \u201cUniversidade Polit\u00e9cnica\u201d. Como pode ser feita e acelerada essa transi\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nIsso \u00e9 uma quest\u00e3o meramente legislativa, de \u00e2mbito pol\u00edtico. A sociedade n\u00e3o reconhece e \u00e9 uma designa\u00e7\u00e3o muito antiga e j\u00e1 desatualizada, a designa\u00e7\u00e3o de instituto. Pela Europa, a designa\u00e7\u00e3o de instituto reservada a institui\u00e7\u00f5es de ensino superior j\u00e1 n\u00e3o existe, s\u00e3o universidades, sejam universidades t\u00e9cnicas, universidades polit\u00e9cnicas ou s\u00f3 universidade.<br \/>\nDo ponto de vista interno essa designa\u00e7\u00e3o ainda tem impacto. \u201cAh! N\u00e3o \u00e9 universidade, vais para um instituto\u201d, h\u00e1 aqui algum desprest\u00edgio que era facilmente resolvido. Mais importante ainda \u00e9 quando no exterior nos queremos projetar e eles n\u00e3o reconhecem instituto como coisa nenhuma. \u00c9 dif\u00edcil reconhecerem-nos e \u00e9 preciso muita explica\u00e7\u00e3o. Sei que brevemente esse \u00e9 um assunto que estar\u00e1 para ser discutido ao n\u00edvel da Assembleia da Rep\u00fablica, vamos ver.<\/p>\n<p><strong>A inclus\u00e3o de doutoramentos nos ciclos de ensino que podem ser ministrados pela ESAC s\u00e3o um passo para esse objetivo?<\/strong><br \/>\nInfelizmente n\u00e3o tem nada a ver. A decis\u00e3o de universidade polit\u00e9cnica \u00e9 puramente pol\u00edtica, de RJIES, concetual. A quest\u00e3o dos doutoramentos \u00e9 outra. N\u00f3s temos tudo preparado para que, assim que seja poss\u00edvel do ponto de vista legal, ao ensino superior polit\u00e9cnico lecionar doutoramentos, n\u00f3s, ESAC, avan\u00e7armos.<br \/>\nSomos, ao n\u00edvel do IPC, se calhar a escola com mais peso na investiga\u00e7\u00e3o, desde sempre, isso \u00e9 inato e acho que \u00e9 uma quest\u00e3o de necessidade, pois sempre precis\u00e1mos de nos candidatar a projetos de investiga\u00e7\u00e3o para podermos ter recursos.<br \/>\nm rela\u00e7\u00e3o aos cursos de 1.\u00ba e 2.\u00ba ciclos. Que avalia\u00e7\u00e3o faz do atual quadro formativo ministrado pela escola?<br \/>\nTemos tr\u00eas n\u00edveis de ensino. Temos os CTeSP, que s\u00e3o cursos de dois anos anteriores ao 1.\u00ba ciclo (licenciatura). Alguns desses alunos fazem forma\u00e7\u00e3o mais t\u00e9cnica e profissional e transitam, com alguma credita\u00e7\u00e3o, para cursos de licenciatura (1.\u00ba ciclo) e depois cursos de mestrado (2.\u00ba ciclo). Esta \u00e1rea das licenciaturas tem sido complicada. N\u00e3o \u00e9 uma \u00e1rea com muita atratividade para os jovens. Agora tenho esperan\u00e7a que come\u00e7a a ser mais procurada. Os nossos cursos est\u00e3o focados naquilo que \u00e9 a atualidade: na agricultura, no ambiente, na engenharia alimentar, na tecnologia e gest\u00e3o ambiental, no turismo e gest\u00e3o de espa\u00e7os rurais. A pan\u00f3plia de cursos que temos para oferecer s\u00e3o o \u201ccore\u201d daquilo que est\u00e1 no centro das aten\u00e7\u00f5es. Espero que se mantenha esta tend\u00eancia de atratividade.<\/p>\n<p><strong>Outra ideia que transmitiu na tomada de posse estava relacionada com o des\u00edgnio <\/strong><strong>de colocar o campus de Bencanta como \u201cum espa\u00e7o de refer\u00eancia da cidade\u201d. <\/strong><strong>Como a ESAC para ganhar esse \u201cestatuto\u201d?<\/strong><br \/>\nEra um pouco a ideia de tentar permitir o usufruto de um espa\u00e7o que est\u00e1 a \u201cdois passos\u201d do centro da cidade, que tem uma \u00e1rea florestal, que tem uma mata de carvalhos, medronheiros, sobreiros e azinheiras espetacular. Um espa\u00e7o onde se faz produ\u00e7\u00e3o animal e agr\u00edcola.<br \/>\nSe vierem c\u00e1 ao fim de semana h\u00e1 v\u00e1rias fam\u00edlias com crian\u00e7as aqui, pessoas a passear, mas tudo isso \u00e9 feito de uma forma um pouco organizada. N\u00f3s dev\u00edamos ter a capacidade para nos organizarmos e colocarmos isto mais ao servi\u00e7o da cidade. Dificilmente conseguiremos fazer isso sozinhos, a cidade tamb\u00e9m tem que ter algum interesse nisso e tem que criar condi\u00e7\u00f5es para ser mais f\u00e1cil chegar c\u00e1. O transporte \u00e9 fundamental, tal como a ciclovia. O nosso espa\u00e7o est\u00e1 aberto e as pessoas podem desfrutar. Dever\u00edamos fazer isso de uma forma mais concertada.<br \/>\nA nossa ideia \u00e9 tornarmo-nos mais vis\u00edveis.<\/p>\n<p><strong>Para esse des\u00edgnio, a ESAC ter\u00e1 que ter o apoio da C\u00e2mara de Coimbra\u2026<\/strong><br \/>\nEra o que eu falava, a cidade tem que querer, nomeadamente a C\u00e2mara de Coimbra e a junta de freguesia onde estamos instalados. Temos que ter a capacidade para mobilizar as pessoas. O pr\u00f3prio IPC tamb\u00e9m. Ter um financiamento para ter uma escola a funcionar, no nosso caso, \u00e9 dif\u00edcil, e eu compreendo que seja, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ESAC, um encargo superior, mas quando nos queremos abalan\u00e7ar em projetos destes, que v\u00e3o para al\u00e9m de ter a escola a funcionar, ainda s\u00e3o precisos mais recursos. Colocar o espa\u00e7o ao servi\u00e7o da cidade, isso implica gente e recursos.<br \/>\nA internacionaliza\u00e7\u00e3o ganhou ainda maior preponder\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>Que objetivos tem esta dire\u00e7\u00e3o a esse n\u00edvel para o pr\u00f3ximo quadri\u00e9nio?<\/strong><br \/>\nEstamos numa fase de transi\u00e7\u00e3o. V\u00ednhamos numa senda de crescimento, mas a pandemia parou tudo. Durante dois anos n\u00e3o existiram mobilidades, mesmo a n\u00edvel de Erasmus. Estamos agora a retomar o processo.<br \/>\nN\u00f3s temos, de facto, uma atratividade interessante, temos protocolos Erasmus com v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es, temos trabalhos com pa\u00edses PALOP e h\u00e1 v\u00e1rios alunos desses pa\u00edses que nos procuram. Do ponto de vista da internacionaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 retomar o que v\u00ednhamos fazendo at\u00e9 \u00e0 chegada da pandemia. T\u00ednhamos seguramente cerca de 50 alunos estrangeiros e, de repente, deix\u00e1mos de ter. A internacionaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 isso. Ao n\u00edvel da investiga\u00e7\u00e3o temos muitos parceiros internacionais e com os quais temos rela\u00e7\u00f5es. H\u00e1 v\u00e1rias formas de fazer essa internacionaliza\u00e7\u00e3o e, felizmente, o nosso corpo docente e t\u00e9cnico \u00e9 din\u00e2mico a esse n\u00edvel, e ainda bem.<\/p>\n<p><strong>Se tivesse que escolher <\/strong><strong>tr\u00eas elementos essenciais <\/strong><strong>para o sucesso da institui\u00e7\u00e3o, quais seriam?<\/strong><br \/>\nEstudantes, porque s\u00e3o fundamentais. Depois diria investiga\u00e7\u00e3o e presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os \u00e0 comunidade.<\/p>\n<p><strong>Que mensagem gostava <\/strong><strong>de deixar aos alunos e professores da ESAC?<\/strong><br \/>\nAquilo que eu disse na minha tomada de posse: contamos e precisamos de todos. Precisamos da din\u00e2mica de todos, de nos envolvermos todos, para conseguir cumprir os nossos des\u00edgnios. A din\u00e2mica de cada um vai fazer com que n\u00f3s consigamos continuar a ter sucesso.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entrevista com o novo presidente da ESAC-Escola Superior Agr\u00e1ria de Coimbra, Rui Amaro, que tomou posse a 16 de maio para um mandato de quatro anos. <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[39,31],"tags":[672,1388,3774],"class_list":["post-240819","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-coimbra-2","category-geral","tag-entrevista","tag-esac","tag-rui-amaro"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/240819","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=240819"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/240819\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=240819"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=240819"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=240819"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}