{"id":249739,"date":"2022-11-09T15:33:59","date_gmt":"2022-11-09T14:33:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.asbeiras.pt\/?p=249739"},"modified":"2022-11-09T15:33:59","modified_gmt":"2022-11-09T14:33:59","slug":"mais-de-18-000-acidentes-rodoviarios-e-253-mortos-ate-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/mais-de-18-000-acidentes-rodoviarios-e-253-mortos-ate-julho\/","title":{"rendered":"Mais de 18.000 acidentes rodovi\u00e1rios e 253 mortos at\u00e9 julho"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_232494\" style=\"width: 1210px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.asbeiras.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/acidente.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-232494\" class=\"wp-image-232494 size-full\" src=\"https:\/\/www.asbeiras.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/acidente.jpg\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"628\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-232494\" class=\"wp-caption-text\">DR<\/p><\/div>\n<p>Os mais de 18.000 acidentes rodovi\u00e1rios registados at\u00e9 julho deste ano provocaram 253 mortos, menos 14,5% face a 2019, mas mais 31,1% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2021, revelou hoje a Seguran\u00e7a Rodovi\u00e1ria.<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">O relat\u00f3rio da Autoridade Nacional de Seguran\u00e7a Rodovi\u00e1ria (ANSR) relativo a julho precisa que nos primeiros sete meses do ano ocorreram em Portugal 18.889 acidentes de via\u00e7\u00e3o, que resultaram em 253 mortos, 1.398 feridos graves e 22.021 feridos ligeiros.<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">\u201cEm rela\u00e7\u00e3o a 2019, ano de refer\u00eancia para monitoriza\u00e7\u00e3o da meta fixada pela Comiss\u00e3o Europeia e por Portugal, de redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de mortos para 2030, registaram-se menos 1.917 acidentes (-9,2%), menos 43 v\u00edtimas mortais (-14,5%), mais quatro feridos graves (+0,3%) e menos 3.083 feridos leves (-12,3%)\u201d, indica o relat\u00f3rio de sinistralidade a 24 horas e fiscaliza\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria de julho de 2022.<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">A ANSR avan\u00e7a que, em compara\u00e7\u00e3o com per\u00edodo hom\u00f3logo de 2021, ano em que ainda se verificaram quebras na circula\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria devido \u00e0 pandemia de covid-19, nos primeiros sete meses de 2022 registaram-se mais 3.257 acidentes (+20,8%), mais 60 v\u00edtimas mortais (+31,1%), mais 237 feridos graves (+20,4%) e mais 3.946 feridos leves (+21,8%).<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">O documento salienta que, relativamente a 2021, este ano tem vindo a registar-se um aumento da circula\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria, com \u201co correspondente acr\u00e9scimo no risco de acidente, como se pode concluir do aumento de 12% no consumo de combust\u00edvel rodovi\u00e1rio at\u00e9 julho, de acordo com dados da Dire\u00e7\u00e3o-Geral de Energia e Geologia, e do crescimento de 30% no tr\u00e1fego das autoestradas registado no primeiro semestre\u201d.<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">A ANSR destaca o aumento este ano de quase 21% de acidentes com motas em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2021, tendo ocorrido 5.492 desastres com estes ve\u00edculos de duas rodas, que provocaram 72 mortos (mais 38,5%), 425 feridos ligeiros (mais 16,8%) e 5.134 (mais 20,0%).<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">No entanto, os autom\u00f3veis ligeiros foram os ve\u00edculos mais envolvidos em acidentes entre janeiro e julho, representando 71,4% do total, um aumento de 22,8% relativamente ao per\u00edodo hom\u00f3logo de 2021.<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">Segundo o relat\u00f3rio, a colis\u00e3o foi a natureza de acidente mais frequente (53,0% dos acidentes), com 38,2% das v\u00edtimas mortais e 43,0% dos feridos graves, enquanto os despistes, que representaram 34,3% do total dos destrates, corresponderam \u00e0 principal natureza de acidente na origem das v\u00edtimas mortais (49,4%).<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">Entre janeiro e julho, os atropelamentos aumentaram cerca de 32% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado, tendo-se registado 2.313 que resultaram num crescimento de 24% das v\u00edtimas mortais (31) e de 1,8% nos feridos graves (168).<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">A ANSR indica que, at\u00e9 julho deste ano, a sinistralidade dentro das localidades correspondeu a 79,2% dos acidentes, mas foi fora das localidades que os desastres mais aumentaram (35%), bem como as v\u00edtimas mortais (101,5%) e os feridos graves (38%).<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">De acordo com o mesmo documento, os arruamentos foram as vias com mais acidentes este ano, tendo os desastres registado neste tipo de via um crescimento de 20,5%, as v\u00edtimas mortais aumentado 11,8% e os feridos graves subido 22,4%, enquanto nas estradas nacionais verificaram-se aumentos de 43,6% e 30,1% nas v\u00edtimas mortais e feridos graves, respetivamente.<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">Por sua vez, precisa o relat\u00f3rio, nas autoestradas, com 5,2% do total de acidentes, os aumentos de v\u00edtimas mortais (+66,7%) e de feridos graves (+19,2%) foram significativos.<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">\u201cO \u00edndice de gravidade (v\u00edtimas mortais por 100 acidentes) acentuou-se especialmente nos itiner\u00e1rios principais (+72,2%) e itiner\u00e1rios complementares (+60,9%), sendo ainda de salientar o agravamento nas autoestradas (+27,1%), por contraste com menos 7,3% nos arruamentos. Considerando a evolu\u00e7\u00e3o da sinistralidade mais grave em termos alargados salientam-se os agravamentos mais significativos nos itiner\u00e1rios principais e itiner\u00e1rios complementares\u201d, frisa a ANSR.<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">O relat\u00f3rio d\u00e1 igualmente conta que, entre janeiro e julho, se verificou um aumento no n\u00famero de acidentes em todos os distritos, mais acentuadamente na Guarda (+34,6%) e em Portalegre (+33,3%).<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">\u201cNo que diz respeito ao n\u00famero de v\u00edtimas mortais, os aumentos ocorreram em 15 distritos, com os maiores contributos num\u00e9ricos em Leiria (+11), Coimbra e Beja (+8 em cada). Os feridos graves aumentaram em 15 dos 18 distritos do Continente, nomeadamente no Porto (+61) e em Set\u00fabal (+43)\u201d, segundo o documento.<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">A ANSR refere tamb\u00e9m que a maioria das v\u00edtimas mortais, 66,7% do total, eram condutores, enquanto passageiros e pe\u00f5es corresponderam a 20,1% e 13,3%, respetivamente, registando-se aumentos nas v\u00edtimas mortais em todas as categorias de utentes, sobretudo nos passageiros, cujas mortes subiram 108,3% face ao mesmo per\u00edodo de 2021.<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">O relat\u00f3rio indica ainda que, entre janeiro e julho, 53,8% do n\u00famero de v\u00edtimas mortais registou-se na rede rodovi\u00e1ria sob a responsabilidade da Infraestruturas de Portugal (44,2%), Brisa (5,6%) e os Munic\u00edpios de Loures e Palmela (ambos com 2,0%).<\/p>\n<p class=\"text-paragraph\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os mais de 18.000 acidentes rodovi\u00e1rios registados at\u00e9 julho deste ano provocaram 253 mortos, menos 14,5% face a 2019, mas mais 31,1% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2021, revelou hoje a Seguran\u00e7a Rodovi\u00e1ria.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":232494,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[31,33],"tags":[1951,4843,359],"class_list":["post-249739","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral","category-nacional","tag-acidentes-rodoviarios","tag-autoridade-nacional-de-seguranca-rodoviaria","tag-balanco"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/249739","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=249739"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/249739\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=249739"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=249739"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/critecnow.com\/diariobeiras\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=249739"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}