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Tribunal de Montemor-o-Velho sem serviços por falta de eletricidade

06 de às 14h32
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O Palácio da Justiça de Montemor-o-Velho, no distrito de Coimbra, está hoje sem qualquer serviço em funcionamento, por se encontrar sem luz, devido a um problema no quadro elétrico, revelou fonte judicial.

De acordo com a mesma fonte, os “graves problemas” no quadro elétrico do Palácio da Justiça de Montemor-o-Velho existem há vários meses.

“O primeiro piso do edifício, onde funcionam os Juízos do Comércio e de Competência Genérica, está sem eletricidade. Como o servidor de informática está instalado nesse mesmo piso, também não é possível trabalhar nos restantes serviços”, descreveu.

A falta de eletricidade obrigou a que, durante a manhã, tivesse sido adiada uma das audiências que estava agendada, devendo acontecer o mesmo durante a tarde de hoje.

“A única sala de audiências disponível fica situada no primeiro piso, onde não há luz. O tribunal tem outra sala de audiências mais pequena, mas está a ser alvo de obras de requalificação”, referiu.

A agência Lusa contactou o juiz-presidente do Tribunal Judicial da Comarca de Coimbra, Carlos Oliveira, que confirmou que o Palácio da Justiça de Montemor-o-Velho ficou hoje sem eletricidade no primeiro piso do edifício.

“Por diligência da Comarca de Coimbra, foi chamado um técnico de eletricidade ao local para ultrapassar situação. O Palácio de Montemor-o-Velho precisa de obras de manutenção, estando a Comarca de Coimbra a diligenciar, em conjugação com o Ministério da Justiça, nesse sentido”, revelou.

A Comarca de Coimbra tem como área de competência o espaço geográfico dos municípios de Arganil, Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Góis, Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penacova, Penela, Soure, Tábua e Vila Nova de Poiares.

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1 Comentário

  1. Ze da gandara diz:

    Embora não sendo assunto da alçada do alcaide de MMV, dado o conhecimento obtido por este em matéria de electrotecnia, bem que ao abrigo dos princípios da celeridade e economia que caracteriza o processo judicial e a actuação judicial, a este se poderia ter recorrido para de uma forma expedita, célere e económica, resolver um problema que vem restringir o acesso ao Direito e à justiça, com prejuízos económicos gravíssimos para a sociedade.

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