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ACIFF promove compras no comércio tradicional

06 de às 09h29
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DB/Foto de Jot’Alves

A Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) apresentou, ontem, a campanha “Vamos fazer parte do postal de Natal da Figueira”, destinada a promover compras no comércio tradicional nesta quadra do ano. À semelhança do ano passado, a divulgação incide, sobretudo, nas redes sociais, mas também em estruturas publicitárias físicas no exterior, como outdoors e mupis eletrónicos.

Este ano, a campanha tem uma novidade. A associação de orientação Orimondego associou-se à iniciativa, adaptando ao comércio tradicional o seu evento de verão “Quartas com mapa”. Os pontos de controlo serão as lojas aderentes, com brindes-surpresa para os participantes. O objetivo é levar as famílias ao comércio tradicional através de uma atividade desportiva. Esta iniciativa agendada para o dia 21, carece de inscrição prévia.

Entretanto, já se ouve a banda sonora do Natal, através da instalação sonora nas ruas comerciais da cidade. Com menos publicidade e mais música do que noutros anos, por opção da ACIFF. O concurso de montras, de 8 a 24, também continua a fazer parte da campanha, assim como a eleição do melhor bolo-rei tradicional, no dia 10.

O “postal” de Natal na Figueira da Foz pode ser “feito” num painel, que será instalado num local a definir, para fotografias. Os mupis eletrónicos (“Tomi”) também estão preparados para registar o momento por via digital. Por sua vez, um vídeo promove, nas redes sociais, a ação “Vamos fazer parte do postal de Natal da Figueira”. A campanha da ACIFF tem como parceiro o Casino Figueira.

Menos gente e menos lojas

Para o presidente da ACIFF, Nuno Lopes, a campanha de Natal é uma resposta às compras na internet e nas grandes superfícies comerciais, que estão a afetar o comércio tradicional. “O comércio (de rua) tem o papel de manter ativo o centro histórico”, afirmou o dirigente patronal. No entanto, lamentou que continuem a fechar lojas na Baixa da cidade.

“Estamos a passar por algumas dificuldades”, reconheceu Nuno Lopes, imputando a crise no comércio tradicional também à falta de pessoas na cidade. Por isso, defendeu que “só com mais indústria, mais emprego e mais poder de compra se pode inverter” a tendência. “Há menos lojas e menos compradores”, ressalvou.

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