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Aplaudido modelo de fornecimento de refeições em Brasfemes

20 de às 11h21
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Criado como projeto piloto no ano letivo de 2020-2021, o projeto de fornecimento de refeições escolares iniciado no Centro Escolar de Brasfemes agrada às crianças e aos pais e tem permitido assegurar “um serviço de qualidade” e “de proximidade”, afirmou ontem, na reunião da Câmara de Coimbra, a vereadora com o pelouro da Educação, Ana Cortez Vaz.

Por isso, a Câmara aprovou ontem, por unanimidade, uma proposta de celebração de um Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências com a Junta de Freguesia de Brasfemes, com um valor de 68.970 euros para este ano letivo, para dar continuidade a este projeto.

“A proximidade local possibilitou uma melhoria significativa do serviço, quer quanto à variedade  das ementas, quer da qualidade das refeições servidas ao Centro Escolar de Brasfemes, tendo-se verificado um aumento do número de alunos e turmas para o ano letivo agora em curso”, acrescentou a vereadora Ana Cortez Vaz.

O serviço é prestado pela Junta de Freguesia, através do Centro de Bem Estar Social de Brasfemes (CEBES). “Não me chega uma única reclamação deste serviço”, sublinhou a vereadora.

Todo o executivo elogiou este modelo de fornecimento de refeições.

O vereador socialista Hernâni Caniço aplaudiu este projeto que beneficia todos – os alunos, que contam com uma alimentação de qualidade, mas também a instituição que presta o serviço, o CEBES, que tem assim mais uma fonte de receita. Desafia, por isso, o executivo a” estender este projeto a mais escolas do concelho”.

Também Regina Bento, vereadora do PS, defendeu que é importante “replicar este modelo em mais escolas”, de forma a “melhorar a qualidade das refeições servidas” e numa “lógica de proximidade”.

O vereador da CDU, Francisco Queirós, elogiou a forma como este modelo “aproxima o serviço das comunidades”.

O presidente da Câmara referiu que “não foi possível implementar no imediato esta experiência noutras escolas porque havia um contrato com a Indústria e Comércio Alimentar (ICA) para três anos” que a autarquia tem que cumprir. Mas, tal como Ana Cortez Vaz, realçou que há todo o interesse do município dar continuidade a este projeto, “replicando-o noutras freguesias”.

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