Aumento do número de alunos e nova clínica veterinária garantem “balanço positivo” do início do mandato na ESAC
Que balanço faz deste primeiro ano de mandato como presidente da ESAC, que se completa a 16 de maio?
Acredito que o balanço é positivo. O principal elemento a destacar é a consolidação do aumento do número de alunos, tendência que se tem vindo a verificar nos cinco últimos anos. Atualmente temos cerca de 1270 alunos, distribuídos por CTeSP (14%), Licenciaturas (67%) e Mestrados (19%), um número que ainda poderá aumentar ligeiramente sem comprometer a qualidade do ensino que vemos reconhecida.
Outro aspeto a destacar é o da entrada em funcionamento de uma Clínica Médico-Veterinária no campus da ESAC, para dar apoio diário às atividades letivas práticas do curso de Enfermagem Veterinária que a ESAC iniciou há três anos. Foi feita a adaptação de um edifício existente, investimento no âmbito do PRR, sendo que a exploração funcional do espaço é assegurada por uma clínica que já existia na cidade.
De salientar também a continuidade da melhoria das condições técnicas da nossa exploração agropecuária e florestal, tirando partido de financiamento aprovado. Esta é a única forma de conseguirmos fazer a atualização tecnológica de máquinas e equipamentos específicos e, também, de cumprir com exigências da proteção do ambiente, como é o caso da recente instalação de uma estação de tratamento de águas residuais.
A ESAC tem conseguido renovar a oferta formativa de modo a manter-se atrativa para os jovens alunos?
No âmbito das licenciatura, o curso que mais recentemente – há três anos – entrou em funcionamento na ESAC foi o de Enfermagem Veterinária, com grande êxito na captação de novos alunos.
Durante o último ano, na área da agricultura, foram presentes à tutela propostas para duas novas licenciaturas, ajustando designações, objetivos e conteúdos, com vista a obter maiores níveis de atratividade e qualidade das formações. Infelizmente, tudo aponta para que não consigamos ter decisões a tempo de incorporar essas alterações na oferta formativa do próximo ano letivo.
Ao nível dos CTeSP, pós-graduações e microcredenciações, há novidades?
Os CTeSP constituem um elemento distintivo no ensino superior politécnico, sendo que, no último ano, a ESAC promoveu o registo e a já abertura de candidaturas para o curso de “Operações Florestais”, para funcionar na Escola da Floresta, na Lousã. Para além disso, promovemos a reformatação do nosso curso na área alimentar, agora designado por “Controlo e Qualidade na Indústria Agroalimentar” e propusemos a criação de um novo curso em “Vitivinicultura Sustentável” para fazerem parte da nossa oferta formativa no próximo ano letivo.
Relativamente a pós-graduações e microcredenciações, temos planeado iniciar várias formações no próximo ano letivo. Todas estas iniciativas, incluindo os novos CTeSP, pretendem contribuir para o sucesso da concretização do projeto Impulso Jovem-STEAM e Impulso Adultos apresentado pelo IPC no âmbito do PRR.
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