“Campus da UC marcará mandato e futuro do concelho”
O socialista Carlos Beja defende que o campus universitário que a Universidade de Coimbra (UC) está a instalar na Figueira da Foz marcará o atual mandato autárquico e o futuro do concelho. Em nota enviada ao DIÁRIO AS BEIRAS, o ex-deputado à Assembleia da República, ex-vereador e ex-presidente presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz começa por questionar se pode uma universidade mudar o destino de um território.
Avaliando os argumentos de Carlos Beja, que em 1997 foi o principal adversário do atual presidente da Câmara da Figueira da Foz, Santana Lopes, na corrida eleitoral para a presidência da autarquia figueirense, que o segundo venceu, conclui-se que uma universidade “pode e deve” mudar o destino de um território. E deu os exemplos de Coimbra, Aveiro, Trás-os-Montes e Alto Douro, Minho, Beira Interior e Nova SBE em Carcavelos (Cascais).
Amanhã, a Figueira da Foz assinala 140 da elevação a cidade, lembra Carlos Beja. “Para além de todos os justificados festejos, existe um maior que devemos celebrar: traumatizada pelas experiências falhadas e efémeras do ensino superior tradicional, a cidade ficou a saber que a UC vai abrir o campus universitário na Figueira da Foz”, indica.
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Sim, de facto as experiências do ensino superior que tiveram lugar lugar na Figueira foram para lá de falhadas. Foi uma moda que hipotecou o futuro a muita gente, porque qualidade talvez não fosse palavra que combinasse muito bem com a dita oferta e porque quem estava ao leme, como é costume por cá neste país a meio caminho entre a Europa e o terceiro mundo, estava lá para se abotoar e chupar salários obscenos, corporizando algo como too much valeu for the money.