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Coimbra: Faltam mulheres nas engenharias tecnológicas

09 de às 09h11
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DB/Foto de Pedro Ramos

A vice-reitora da Universidade de Coimbra, Cristina Albuquerque, vincou ontem que ainda há poucas mulheres nas engenharias tecnológicas.
No dia da Mulher, a vice-reitora assumiu que “ainda há um longo caminho” para se percorrer para haver mais mulheres nas engenharias.
“Tem que haver um processo de socialização, que começa nas famílias e depois passa para as escolas, para se acabar com certos estereótipos e mostrar às mulheres que as engenharias tecnológicas também são para elas”, disse.
A ideia que é necessário mais mulheres nas engenharias tecnológicas é também defendida por Luísa Ribeiro Lopes, coordenadora geral do INCode 20.30.
“Precisamos de ter mais mulheres nas engenharias. Se tivermos o dobro das mulheres nas áreas TIC, o PIB da União Europeia vai disparar. Isto não é uma questão de género, é uma questão de produtividade”, vincou. Cristina Albuquerque lembrou ainda o trabalho desenvolvido pelas mulheres na investigação.
“Se dúvidas havia sobre a capacitação das mulheres para criar ciência, essas dúvidas têm se dissipado. Cada vez temos mais mulheres a produzirem conteúdos ciêntíficos”, revelou.

Mulheres em peso na universidade

A vice-reitora esclareceu que há cada vez mais mulheres na Universidade de Coimbra.
“As mulheres estão em maioria na Universidade de Coimbra. Têm entrado cada vez mais mulheres para a universidade”, disse. Ainda assim, Cristina Albuquerque alertou para o facto de haver pouca variedade nas áreas escolhidas.
“Tirando a matemática em que há muita procura, as mulheres escolhem muito pouco o resto das engenharias tecnológicas”, vincou.

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