Coimbra voltou a receber comemorações do Dia do Exército
Coimbra voltou ontem a receber as comemorações do Dia do Exército, assinalado a 24 de outubro, data da tomada de Lisboa, em 1147, pelas tropas de D. Afonso Henriques, rei fundador e patrono deste ramo das Forças Armadas portuguesas.
À semelhança de anos anteriores, a cerimónia de evocação e homenagem ao primeiro rei de Portugal decorreu na Igreja de Santa Cruz, presidida pelo chefe do Estado-maior do Exército.
Momento de grande simbolismo para os militares, realizado “num lugar mítico para o Exército”, começou por dizer Rui Valério, bispo das Forças Armadas e de Segurança, na celebração da eucaristia, destacando depois a ligação da cidade ao Exército.
Na sua intervenção, o bispo destacou a homenagem a D. Afonso Henriques e a colocação da espada sobre o seu túmulo que, recorde–se, está na Igreja de Santa Cruz. Depois, citou o Papa Francisco e evocou o rei fundador, “o homem para quem a fé constituía fonte inesgotável de inspiração”. “Não se deixou vencer pelos limites fronteiriços de Portugal. Viu longe, viu grandioso”, acrescentou.
Sobre o Exército, Rui Valério referiu que “está colocado na vanguarda”, referindo-se depois novamente a D. Afonso Henriques, “pioneiro na abertura à cooperação entre forças de várias nacionalidades”.
A cerimónia terminou com um solene (e emotivo) momento de homenagem ao primeiro rei de Portugal, com a colocação da espada sobre o seu túmulo e deposição de uma coroa de flores.
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