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Emílio Torrão critica restaurantes fechados enquanto decorre o Castelo Mágico

16 de às 12h39
3 comentário(s)

Os empresários de Montemor-o-Velho “não podem fechar os restaurantes” quando está a decorrer o Castelo Mágico.
O alerta foi lançado pelo presidente da câmara, Emílio Torrão, que desafiou ontem os investidores a apostarem no alojamento no concelho e de olharem para os eventos como uma “oportunidade de negócio”.

“A câmara tem de garantir que os eventos ocorrem e os empresários têm de estar atentos, têm de ser alertados, têm de ser estimulados. Eles têm de perceber que há ali uma oportunidade de negócio”, disse Emílio Torrão.

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3 Comentários

  1. Ze da Gandara diz:

    Os empresários de MMV, para colherem likes, têm de prestar vassalagem ao senhor alcaide. Caso contrário, indispõem o senhor alcaide, com tudo o que isso significa. O senhor alcaide ainda sonha à Tony Carreira com o seu sonho de menino (de forma perfeitamente legítima, até porque como dizia o poeta, "o sonho comanda a vida"), vir a integrar o governo nacional em Lesboa e tudo o que lhe der visibilidade para semelhante desiderato e empresa pessoal, colhe likes do senhor alcaide, sendo que quando se boicotam os planos auspiciosos Santana-style com duas décadas de décalage de partida à conquista da capital, colhe animosidade do senhor alcaide, que como aqui se viu, tem uma postura bastante interventiva (dirigista) na economia, que, salvo melhor opinião, remete para tiques de regimes como o da antiga URSS ou para o regime vigente actualmente na Federação Russa (quem é favorável a Vladimir, prospera, quem afronta Vladimir, é brindado com chá da marca Tio Vladimir ou com um salto sem paraquedas de uma torre de edifícios). Felizmente, em MMV os edificados não são muitos altos e aquele ingrediente secreto que tão bem caracteriza e distingue o chá da marca Tio Vladimir, não parece estar ao alcance dos representantes do poder local eleitos soberanamente pelo povo, pelo que benignamente temos de admitir como punição (em sentido figurativo, subentenda-se) do senhor alcaide o desabafo que faz aqui no Beiras Times… Cada qual para aquilo que nasce.

  2. Ze da gandara diz:

    https://www.sabado.pt/mundo/detalhe/dois-oligarca

    Na Federação Russa, quem critica ou não apoia o capitalismo de estado de Vladimir, cai de prédios altos sem paraquedas ou tem ainda o prazer de degustar um cházinho da marca Tio Vladimir…

    Por cá, ainda não chegámos a esse extremo. Apenas se dão sovas simbólicas em público através da comunicação dita social nos oligarcas em potencial cá do burgo, numa espécie de Lusotropicalismo que atenua o capitalismo de estado que os Vladimir desta vida tentam promover a todo o custo sem sucesso…

  3. Ze da gandara diz:

    Yevgueny Prighozhin poderia ter dado uma ajuda com serviços de catering (e não só) para ultrapassar o boicote dos oligarcas locais a este certame. Na Federação Russa, este oligarca é conhecido simpaticamente pela alcunha de “Cozinheiro de Vladimir”. Se contratado atempadamente (consta-se que andará muito ocupado nos últimos tempos por causa de uma certa desnazificação), bem que poderia não só providenciar os serviços de catering do certame de modo a que nada faltasse aos visitantes, como também poderia ainda facultar no package a disponibilização de uns quantos funcionários do Grupo Wagner, que bem que poderiam fazer rusgas porta a porta nas redondezas e / ou onde fosse necessário, para mobilizar sem desculpa para recusa visitantes para o certame, para assim dar a grandeza que o certame merece e não teve. Era um serviço mais eficiente do que aquele que consistiu em enviar de autocarros os figurantes contratados, na sua maioria cidadãos do Paquistão, Índia, Bangladesh e afins de Lisboa para Évora para encher um comício-bebício de certo partido no tempo do Marquês da Ericeira e Ribamar…

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