Coimbra

Feirantes descontentes não abriram os equipamentos de diversão da Feira Popular de Coimbra

05 de às 11h30
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Os equipamentos de diversão e roulotes de comes e bebes da Feira Popular de Coimbra não funcionaram ontem por decisão dos respetivos empresários, como forma de protesto por a entidade organizadora – União de Freguesias de  Santa Clara e Castelo Viegas – ter cobrado bilhete de entrada para o concerto da noite, com a atuação de Toy em palco.

Os  responsáveis pelos carroceis e carrinhos de choque dizem que “não é uma questão de dinheiro, mas sim de princípio”, considerando que “uma feira popular deve proporcionar entradas gratuitas ao povo”, afirmou ao DIÁRIO  AS BEIRAS o representante dos feirantes, Francisco Bernando.

Bertília Simão, vogal da junta da freguesia e elemento da organização responde que reuniu no próprio dia, ao fim da tarde de ontem, com os feirantes, propondo que “dessem o benefício da dúvida à organização no primeiro dia da feira com entradas pagas, o que não aceitaram”. No fim da noite, a  responsável registou quatro mil entradas pagas para ver o concerto de Toy, concluindo que “caiu por terra o argumento dos descontentes que diziam que o preço do bilhete de 2,5 euros iria afugentar visitantes”.

Quanto à posição que os feirantes vão assumir nos dias da Feira Popular que voltam a ser pagos  7 e 14 de julho – devido à necessidade de pagar um caché mais elevado aos artistas das respetivas noites – a decisão está dependente de uma reunião a realizar esta noite (quarta-feira).

Entretanto, esta manhã, o presidente do Município de Coimbra, José Manuel Silva, fez publicar nas redes sociais a informação de que tinha visitado ontem à noite o certame com a “oportunidade de conversar pacífica e tranquilamente com os feirantes dos aparelhos de diversão”. Conclui que “o diálogo atempado, regras claras devidamente assumidas nas questões sensíveis e entendimentos bilaterais escritos, com a adequada antecedência, previnem e resolvem eventuais problemas, para benefício de todas as partes. O planeamento deve ser feito com muitos meses de antecedência”.

Toda a informação na edição impressa e digital de amanhã, quinta-feira, do DIÁRIO AS BEIRAS

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