Filipa Godinho: Líder nata que quer mais mulheres no desporto
Entrou em 2007 na Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física e fez o doutoramento em 2019. Como apareceu o desporto na sua vida?
Eu sou de Tomar e sempre pratiquei desporto. Fiz judo durante nove anos e também pratiquei hóquei em patins. Quando vim para Coimbra cheguei a praticar râguebi, na Agrária.
No secundário escolhi ciências, deixando em aberto a possibilidade de ir ou não para o desporto, mas foi inevitável.
Pensava seguir o ensino?
Isso foi algo que eu sempre disse que não queria fazer. Tinha pessoas na família [nessa área] e sabia que não queria ir por aí. Também nunca me aproximei muito da área do treino, apesar de ter feito algumas formações.
Queria vir para o desporto, mas não sabia o que queria fazer. Foi na organização de eventos que eu me descobri. Envolvi-me em tudo e isso deu-me alguns skills…
E foi crescendo…
Começo por ser Comissária para o Desporto da Queima das Fitas, fui para a AAC como coordenadora do desporto. Tive a oportunidade de organizar, em Coimbra, os Nacionais Universitários e, nessa altura, o convite para a Federação Académica do Desporto Universitário foi automático… e fui adaptando os meus estudos a estas áreas que gostava de fazer. Tanto que o meu doutoramento em gestão no desporto.
Entrevista completa na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS de 05/10/2023

