Gonçalo Byrne elabora projeto da Praça da “Estação Câmara”
A Metro Mondego escolheu o gabinete de arquitetura de Gonçalo Byrne para elaborar e adaptar o projeto de arquitetura da Praça da “Estação Câmara” (entre a Via Central e a Praça 8 de Maio).
Esta alteração do projeto surgiu após a Câmara Municipal de Coimbra ter proposto à empresa um novo arranjo urbanístico de toda aquela área, com a demolição da parte traseira (corpo tardoz) da “Casa Aninhas” e a execução de uma nova fachada no edifício remanescente.
De acordo com fonte da Metro Mondego, esta demolição vai permitir a construção de uma “mini-praça”, possibilitando, ainda, uma “boa relação de mobilidade com a câmara municipal, a Praça 8 de Maio e a rua da Sofia”.
A proposta foi acolhida pela Metro Mondego e, em maio deste ano, foi assinado um protocolo entre as suas entidades para a concretização do projeto de requalificação do espaço público.
Um edifício-ponte na Via Central
Cabe agora ao gabinete de arquitetura de Gonçalo Byrne a elaboração e adaptação do projeto de arquitetura da Praça da “Estação Câmara”. O contrato de prestação de serviços foi assinado esta semana por um valor de cerca de 43 mil euros (já com IVA) e um prazo de prazo de execução de 60 dias.
Para este contrato de consulta prévia, a Metro Mondego convidou diretamente três gabinetes de arquitetura, tendo escolhido o de Gonçalo Byrne que – recorde-se –, é o autor do edifício-ponte na rua da Sofia, que irá permitir a passagem do Metrobus.
Trata-se de um conjunto de três edifícios com uma área total de 1.445 metros quadrados, destinados a espaços de escritório.
Sob o edifício central está previsto um túnel para passagem do metro ligeiro de superfície que atravessará o centro histórico de Coimbra, pela Linha do Hospital.
Obra prolongada por mais um ano
A empreitada da Via Central deveria ter sido concluída em setembro passado, mas na altura a Metro Mondego informou que a obra teria que ser prolongada por mais um ano.
A empresa justificou o prolongamento do prazo “com dificuldades de mão de obra, materiais e outros serviços inerentes à obra, bem como a necessidade de contemplar na empreitada a decisão recente de demolição da Casa Aninhas”.


