Luís de Almeida Sampaio investido como embaixador Alumni UC
Luís de Almeida Sampaio, presidente do Conselho Estratégico do Centro Académico Clínico de Coimbra (CACC) – consórcio constituído pelo Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e pela UC – foi ontem investido como embaixador Alumni UC.
A cerimónia aconteceu na Sala de São Pedro da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, durante a apresentação do livro “Diplomacia em Tempo de Troika”, da autoria do embaixador.
Antes da homenagem e perante uma sala repleta de pessoas, o vice-reitor para as áreas de Relações Externas e Alumni, João Nuno Calvão da Silva, afirmou que esta distinção é perfeitamente justa.
“Esta é uma sessão de vida, é uma sessão bonita. É com grande honra que participo nesta homenagem. Era algo que a cidade de Coimbra devia a Luís de Almeida Sampaio”, disse.
O presidente do Conselho Diretivo do Centro Académico Clínico de Coimbra (CACC) e diretor da Faculdade de Medicina da UC, Carlos Robalo Cordeiro, não tem dúvidas das capacidades de Luís de Almeida Sampaio.
“É uma pessoa que todos admiramos. É de louvar a excelência, a postura, a dinâmica e a liderança que Luís de Almeida Sampaio tem no Conselho Estratégico do Centro Académico Clínico de Coimbra (CACC) ”
Gratidão de um português ao embaixador
Manuel Braga da Cruz, antigo reitor da Universidade Católica Portuguesa, também esteve presente na sessão. a convite do embaixador. para proceder à apresentação do livro.
“Foi com uma grande honra que decidi aceitar o convite para apresentar um livro de memórias. Não hesitei em aceitar por uma dívida de gratidão. Antes de mais como português e por aquilo que ele fez por Portugal, nesses anos difíceis na embaixada em Berlim. Mas também como professor da Universidade Católica, eu tenho acompanhado o muito que a universidade deve ao embaixador”, disse.
Na apresentação do livro, Manuel Braga da Cruz explicou que se trata de um volume que “aborda a crise que atingiu Portugal com o excessivo endividamento externo durante o governo Sócrates e consequente dificuldade de acesso aos mercados financeiros internacionais que obrigou à intervenção da Troika”.


