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Mancha Negra rejeita críticas e diz que não se cala

25 de às 10h00
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DR/Pedro Ramos

A Mancha Negra lamenta as “infelizes declarações” do presidente da Associação Académica de Coimbra/OAF, Miguel Ribeiro, na conferência de imprensa” de domingo. Não obstante, o comunicado deixa claro: “Não vamos entrar em crispações e não nos revemos em que a Académica seja retratada em praça pública”.
A nota assume que na Académica sempre “houve e terá de haver” contestação, quando o “rumo” para o símbolo do clube não for o mais correto. “Não precisamos de enumerar datas nem de avivar memórias, pois quem sente e vive a nossa instituição no presente e no passado sabe o papel importante da Mancha Negra nesse contexto”, sublinha.
A Mancha Negra lembra que, em todos os jogos desta época, o Estádio Cidade de Coimbra contou com “grandes molduras humanas, de apoio sempre intenso, e neste jogo não foi diferente”.

Iniciativa nas escolas
Para este encontro frente ao Caldas, a claque admite que antevia as dificuldades que iria ter, pelo que por iniciativa própria, durante a semana, os seus elementos estiveram à porta das escolas a entregar flyers e a chamar os mais jovens. “Estamos também por isso orgulhosos por ter conseguido levar a cabo esta iniciativa e de ter chegado a tanta gente, com a certeza de que mais iniciativas virão porque tudo fazemos para que o apoio seja forte e para que o academismo se incuta cada vez mais nos mais novos”, lê-se na nota.

“O momento mais negro da nossa história”
“Estamos no momento mais negro da nossa história”, sentencia a Mancha Negra, advertindo: “Não vamos nem queremos desviar atenções em malabarismos do uso da comunicação social, vamos sim arregaçar as mangas e lutar pela promessa que nos fizeram, de pelo menos alcançar a manutenção”.
Para isso, a direção da claque apela à unidade da massa adepta, “toda junta a cantar e a gritar por ela, desde o primeiro segundo, até ao último suspiro”. Garantindo que vai continuar a fazer o trabalho de apoio – “é esse o nosso foco, ao longo da nossa história, é nossa forma de estar durante os jogos”, a Mancha Negra remata: “Quando a voz nos falhar, as mãos hão de inchar, de tanta palma bater. Nunca te iremos falhar, nunca nos poderão quebrar, jamais nos iremos esconder”.

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