Manuel Teixeira Veríssimo assume SRCOM apostando em seis metas
No dia em que assumiu funções como novo presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM), Manuel Teixeira Veríssimo apresentou, durante a cerimónia que decorreu no Convento São Francisco, os seis pontos fulcrais para o novo mandato que se prolonga até 2025.
O ex-diretor do Hospital Distrital da Figueira da Foz prometeu defender a qualidade da saúde dizendo que “a SRCOM acompanhará regularmente as instituições de saúde da zona Centro e exercerá, sempre que necessário, as suas competências de modo que os médicos e as instituições possam cumprir a sua missão”.
Manuel Teixeira Veríssimo deu especial ênfase à defesa da qualidade da formação. “A qualidade da saúde depende da qualidade dos especialistas” e que é importante “manter o elevado nível de exigência da formação médica”, disse.
Defende recuperação das carreiras médicas
O novo presidente da SRCOM pretende defender as carreiras médicas acreditando são “a base do desenvolvimento do Serviço Nacional de Saúde (SNS), tendo a sua desestruturação contribuído para a progressiva deterioração do funcionamento das unidades de saúde”.
Manuel Teixeira Veríssimo quer ainda a afirmação da liderança médica porque, na sua opinião, “os médicos têm vindo a ter cada vez menos importância na liderança de equipas, de instituições e da saúde em geral, sendo progressivamente substituídos por outros profissionais”, e por essa razão “a SRCOM desenvolverá os esforços necessários para que os médicos sejam estimulados a valorizar-se”.
Quer também promoção da saúde e bem-estar dos médicos e potenciar o trabalho dos mais diversos gabinetes da estrutura da SRCOM e criar o gabinete do envelhecimento.
O presidente agradeceu “a toda a equipa com mais de 100 elementos que aceitou, durante 3 anos, usar algum do seu tempo e competência na defesa dos médicos, dos doentes e da saúde em geral”. Com o lema “Ser médico hoje, pensar o amanhã”, o agora presidente da SRCOM acredita que é necessário “encontrar soluções para os problemas atuais, sem, contudo, deixar de pensar o futuro”.


