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Mau tempo: Chuva tira visitantes ao Castelo Mágico de Montemor-o-Velho

09 de às 17h54
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O presidente da Câmara de Montemor-o-Velho disse hoje que o número de visitantes ao Castelo Mágico da vila ficou “aquém” do objetivo, que era receber entre 45 mil e 50 mil visitantes, devido ao mau tempo.

“Ficámos aquém do que espetávamos. Nós tínhamos apontado uma meta de 50 mil [visitantes], ficámos a dez [mil visitantes]” daquele objetivo, afirmou hoje, à agência Lusa, Emílio Torrão.

A quinta edição do “Castelo Mágico” de Montemor-o-Velho, no Baixo Mondego, um parque temático do Natal, decorreu de 01 de dezembro a 08 de janeiro de 2023.

De acordo com a autarquia, o evento acolheu nesta edição 34.761 pessoas, sendo que houve quatro dias com menos de 100 entradas diárias, no Castelo.

Questionado pela Lusa acerca destes resultados, o autarca considerou que o Castelo Mágico não conseguiu alcançar o objetivo pretendido devido ao mau tempo, já que houve dias de vento forte e precipitação intensa.

Ainda assim, os “resultados são satisfatórios, são bons, com menos dias do que nas edições passadas”, sublinhou.

A edição de 2022 conseguiu ter mais dias com números acima dos dois mil visitantes por dia, atingindo “três ou quatro dias” com vendas acima dos 3.000 visitantes diários.

Para o coordenador do evento, que também é chefe de gabinete do presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, no distrito de Coimbra, Nuno Gonçalves, este foi “o melhor ano de sempre” do Castelo Mágico, em termos de entradas, mas havia, de facto, uma “expectativa ambiciosa”.

“Com muitos dias de chuva eu acho que é um excelente resultado”, acrescentou.

O presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Emílio Torrão, explicou que o problema é “efetivamente o mau tempo e o desafio é tentar manter este nível. […] Temos de ter um local onde possamos, mesmo com mau tempo, assegurar a continuidade” do evento.

Este ano, a autarquia criou iniciativas para fazer “descer o evento à vila” e a ideia é “manter esse desígnio de voltar a animar a vila”.

Um exemplo disso foi o “King’s Magic Run & Parti” que iniciou na Praça da República da vila e terminou no Castelo Mágico, contando com cerca de 1.100 participantes.

Os participantes da caminhada e corrida percorreram as ruas da vila por “entre neve que não derrete, túneis de luz, “banhos” de espuma, jatos de tinta e fogo-de-artifício”.

“Se nós conseguirmos encontrar uma forma de mantermos a magia do Castelo […] e se conseguirmos ter outras atrações cá em baixo, nas zonas mais protegidas [da vila], naturalmente que podemos ter sucesso ou podemos ter mais gente”, sustentou Emílio Torrão.

De acordo com os dados da autarquia, a maior parte dos bilhetes é vendida a pessoas com idades dos 13 aos 64 anos.

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1 Comentário

  1. Ze da gandara diz:

    O pensamento e planeamento estratégico do evento, sintetizado nas metas ambiciosas não alcançadas pelo evento atestam que algo falhou e tal como no desporto futebol, quando a equipa não produz, o querido líder (a que no desporto futebol se convencionou chamar Mister devido a alguma rusticidade da generalidade dos atletas de um clube nortenho que era treinado por um senhor inglês que a ele se começaram a referir como sendo o mister, para não tardar a que os demais jogadores das demais equipas imitassem os colegas nortenhos mesmo quando treinados por tugas), deveria ser escrutinado, não sendo de colocar de parte, uma chicotada psicológica (na República Popular da China ou na Coreia do Norte, quem falha o alcance de metas, é reciclado).
    Serve de atenuante a este parco resultado o facto de o capitalismo de estado não estar suficientemente desenvolvido em MMV, de onde resultou o boicote massivo dos oligarcas da restauração ao evento, aos quais deveria agora ser cobrada uma derrama municipal elevada a 15 vezes o valor nominal da taxa da derrama municipal prevista no CIRC.
    Quanto a idas para Lesboa, continua sem ser satisfeito o critério de nomeação (candidato previamente constituído arguído), pede o facto de por estes dias a PJ andar particularmente produtiva, embora no distrito de Aveiro. Terá de se ter paciência de Chinês. Cada qual para aquilo que nasce.

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