Mau uso das redes sociais gera conflito entre estudantes
Há cerca de três semanas, a vida de uma aluna do 12.º ano da Escola Secundária de Avelar Brotero (ESAB), em Coimbra, começou a complicar-se.
De acordo com o pai, a estudante, que no final do primeiro período viu o seu nome entrar no quadro de mérito da escola, “começou a ter problemas com três colegas de turma”.
Segundo o pai, pedem-lhe para fazer os trabalhos, chamam-lhe nomes e até “conseguiram entrar-lhe dentro da conta no Instagram, onde lhe apanharam uma foto e escreveram frases indecentes”.
A violência tem sido em escalada, adianta o pai, de tal modo que a estudante ficou uma semana sem frequentar a escola. E quando voltou, “teve paz um dia”, acrescentou.
Contactado pelo DIÁRIO AS BEIRAS, António Miranda, subdiretor da ESAB, admite que diversas reuniões têm sido feitas desde então, e com os mais diferentes intervenientes, no sentido de resolver o conflito.
A direção ouviu “as alunas, os pais, a própria PSP, a diretora de turma, os mais diferentes professores e a encarregada de educação”, acrescentou. Dessa troca de ideias e acusações, ficou claro que há ânimos exaltados, mas que a situação carece de uma solução rápida.
Da reunião em que estiveram presentes as quatro alunas, o subdiretor admite ter ficado com a suspeita de que toda esta situação aconteceu devido ao “mau uso das redes sociais”.



Patético! Então, a responsabilidade é das redes sociais. Se calhar, as redes sociais devem ser suspensas de frequentar a escola, ao abrigo da Lei n. 52/2012, e devem ficar com cadastro – as meninas, respetivos Papás e o sr. Diretor devem apresentsr queixa contra as redes sociais no posto da GNR/PSP mais próximo.