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Na Feira das Cebolas também há “réstias” de esperança

14 de às 11h28
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“Quando a Feira das Cebolas começou, há 36 anos, erámos 32 ceboleiros. No ano passado já éramos apenas dois. Mas não será por isso que isto vai acabar. Nem que eu tenha que vir para aqui sozinho”, avisa Ramiro Barradas, fundador do Grupo Folclórico Os Camponeses de Vila Nova (Cernache).
Na verdade, nesta edição da Feira das Cebolas – que começou no sábado e se prolonga até dia 19 de agosto – o produtor “divide” o chão da Praça do Comércio apenas com outro ceboleiro. Os mais “antigos” foram envelhecendo e os “mais novos não querem dedicar-se” a uma tarefa que requer tempo e paciência.
Este ano – diz Ramiro Barradas – a produção foi boa, embora o preço do cebolo tenha duplicado, o que encarece a réstia (trança com 25 cebolas) que está à venda na feira por 15 euros (cebolas grandes). “O preço varia conforme o tamanho da cebola – a mais pequena está à venda por 1 euro”, explica.

Notícia completa nas edições impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS assinaturas@asbeiras.pt

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