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NERC apela à adaptação de trajetos dos SMTUC às obras do Metro

31 de às 14h52
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DB/Foto de Pedro Ramos

Para além do impacto negativo que estão a ter no tecido económico de Coimbra, as obras do Sistema de Mobilidade do Mondego têm provocado constantes condicionamentos ou cortes de trânsito em diversas artérias, com consequências na fluidez da circulação automóvel e pedonal.
Neste sentido, a Associação Empresarial da Região de Coimbra (NERC) “solicita à administração da Metro Mondego uma melhor coordenação e articulação das diversas frentes de obra, no sentido de reduzir o impacto negativo destas junto de particulares e empresas”, refere a associação em comunicado. “A NERC solicita ainda, à administração dos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) que reveja, tão rápido quanto possível, o trajeto das linhas mais afetadas pelas obras, para que o serviço prestado à população se mantenha em níveis aceitáveis”, acrescentaram.
Segundo o comunicado, “a situação é tanto mais preocupante se levarmos em conta que nestes últimos dias, também o acesso aos Hospitais da Universidade de Coimbra e à estação ferroviária de Coimbra-B ficaram seriamente condicionados, prevendo-se fortes constrangimentos à circulação a partir da próxima semana, com o recomeço das atividades letivas”.
A NERC refere ainda na nota que “se os SMTUC enfrentam, por si só, graves problemas de rentabilidade e de carência de material circulante que permita assegurar os serviços propostos, as obras do metropolitano ligeiro de superfície tornaram a situação insustentável, prejudicando também os que recorrem diariamente ao transporte público, nomeadamente nas viagens de e para o local de trabalho”.
A NERC sugere ainda que se utilize a Ponte Rainha Santa Isabel como alternativa ao trânsito para aquelas zonas da cidade como Solum ou Vale das Flores.

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