Pedida pena de prisão para empregada que burlou o patrão
Ministério Público pediu ontem a condenação, a pena de prisão efetiva, de uma empregada doméstica que está pronunciada por burlar o patrão, em mais de 80 mil euros, quando era sua empregada doméstica em Coimbra.
Nas alegações finais, que decorreram no Palácio da Justiça de Coimbra, a procuradora do Ministério Público considerou que ficou provado que, com os anos, a arguida conseguiu ganhar a confiança do seu patrão, um homem “fragilizado pela idade e por se encontrar cada vez mais isolado”, e sob quem passou a exercer influência.
No seu entender, está em causa “uma situação típica de burla”, pela qual a arguida deve ser condenada a prisão efetiva, uma vez que esta já tinha sido condenada e tal não contribuiu para que mudasse a sua forma de agir.
Notícia completa na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS de 01/07/2023


