Piscinas Municipais Luís Lopes da Conceição de Coimbra prontas para serem requalificadas
O Município de Coimbra vai avançar com uma obra de conservação e requalificação das Piscinas Municipais Luís Lopes da Conceição, em São Martinho do Bispo, num investimento de mais de meio milhão de euros.
A obra, que foi hoje consignada, tem um prazo de execução de 300 dias e ficou a cargo da empresa Veiga Lopes S.A., que venceu o concurso público.
Trata-se de uma obra de caráter “urgente”, já que está “em causa um serviço desportivo que se tem de abrir à população”, disse hoje, aquando da cerimónia de consignação da empreitada, a vereadora responsável pelos edifícios e equipamentos municipais, Ana Bastos.
A obra, no valor de cerca de 557 mil euros mais IVA, prevê a reparação de seis vigas estruturais em arcos triarticulados, através da aplicação de próteses metálicas, bem como a substituição dos troços danificados por novos elementos em madeira.
Está ainda prevista a reabilitação do espaço exterior, a reparação dos pavimentos, conservação da cobertura e a impermeabilização do terraço.
No interior do edifício estão previstos trabalhos de carpintaria, serralharia, assim como o tratamento das infiltrações dos tanques.
No exterior do edifício estão previstas pinturas, reparações do revestimento e das caleiras da cobertura.
Relativamente às instalações elétricas, as iluminarias existentes vão ser todas substituídas por iluminação ‘LED’, de modo a melhorar a sua qualidade, eficiência e o conforto visual, traduzindo uma poupança à Câmara Municipal de cerca de 5.000 euros por ano.
“Não é só a questão estrutural que aqui está em causa. É a modernização de serviços. Estamos também aqui a responder a questões de eficiência energética, nomeadamente do ponto de vista elétrico, também do aquecimento, havia fugas de águas que vão ser também resolvidas, e, por isso, mais uma vez temos aqui uma mais-valia para toda a cidade e em particular para a Câmara que paga a conta”, sublinhou a vereadora.
O Sistema Automático de Deteção de Incêndio será também sujeito a intervenção, através da substituição de equipamentos avariados.
A vereadora adiantou que a estrutura “não esteve em risco de queda iminente”.
“Há um problema estrutural e isso acontece em muitos sítios. Começa a haver uma corrosão, como foi o caso aqui das vigas. Foi detetado. Foi procurado corrigir. Como carece de uma intervenção mais profunda, houve uma primeira intervenção que foi de escoramento e depois foi então reforçado”, acrescentou Ana Bastos.
“Agora estamos a adjudicar a obra para resolver a questão em definitivo”, concluiu.


