Piso da rua Manuel Rodrigues vai ser reparado
O primeiro troço da rua Manuel Rodrigues, junto à rua da Sofia, vai ser fechado ao trânsito hoje, a partir das 15H30, para reparação do pavimento da faixa de rodagem, na sequência da degradação dos materiais escolhidos. Fica, no entanto, assegurado o acesso a moradores, garagens e veículos de cargas e descargas. As obras de reparação das patologias existentes vão decorrer durante os próximos 30 dias.
Numa segunda fase, “será realizada uma intervenção mais extensa na zona de transição do arruamento com o Largo do Arnado, sendo nessa altura proposta a adaptação do Plano de Sinalização Temporária”. Este plano será posto em execução, desde já, no sentido de facilitar a circulação na zona. O acesso à avenida Fernão Magalhães poderá ser feito através da rua João Machado.
Recorda-se que esta intervenção decorreu no âmbito da empreitada “PEDU – rua para Todos – Baixa e Rio: rua João Machado e Rua Doutor Manuel Rodrigues”, adjudicada em 13 de julho de 2020, pelo valor de 1.028.780,23 euros (acrescido de IVA à taxa legal em vigor) e com um prazo de execução de 390 dias.
“Decisão política com consequências graves”
Importa, ainda, referir que o atual executivo municipal considera “a solução adotada, para além de muito cara, é desadequada ao local”, já que a elevada carga dos autocarros acarreta problemas estruturais nas lajetas de granito, que têm conduzido à sua rápida rotura. As considerações da vereadora do Urbanismo, Ana Bastos, proferidas na Reunião de Câmara de 17 de outubro, acrescentam que “o método de construção adotado para aplicação das lajetas na rua João Machado teve de ser alterado e o projeto da estrutura do pavimento teve de ser reforçado, de forma a controlar os assentamentos e a degradação/rotura das lajetas”, pelo que é expectável que os problemas nesta rua venham a ser menores.
A vereadora já tinha adiantado que seria expetável que a Câmara tivesse que “reverter a solução para calçada em cubos de granito, como aliás foi proposto em fase de anteprojeto por parte dos serviços técnicos, solução rejeitadas por decisão política infundamentada”.
“Esta decisão política terá consequências graves para todos, já que para além do custo extraordinário desta solução, as obras arrastam-se no tempo, com particular desgaste para os comerciantes locais que tardam em ver estas obras concluídas”, acrescentou na altura a autarca.


