Promotora dos concertos de Andrea Bocelli no Estádio Cidade de Coimbra processa autarquia
A empresa responsável pelos concertos de Andrea Bocelli – que ocorreram em junho de 2021 no Estádio Cidade de Coimbra – intentou judicialmente a câmara municipal. Em causa está um longo processo que levou a autarquia a concluir, “sete meses depois”, que os concertos provocaram danos na pista de atletismo e no sistema de drenagem. Por essa razão, a câmara informou a MOT (promotora) que iria acionar a caução prestada, no valor de 27.963 euros, assim como o seguro de responsabilidade civil.
Ontem, durante a reunião de câmara, no período de intervenção do público, Tiago Castelo Branco, diretor executivo da empresa, recordou que nos termos do protocolo tripartido (CMC, AAC/OAF e MOT), “não existiu qualquer contrapartida financeira do município ao evento” e que a MOT comprometeu-se usar uma solução técnica de cobertura da pista certificada, oriunda do Estádio Olímpico Barcelona, que custou 75 mil euros. “Não chegou a ser utilizada porque os serviços municipais não acreditaram na qualidade da cobertura”, afirmou.
Notícia completa nas edições impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS assinaturas@asbeiras.pt


