“Queremos criar um conselho estratégico regional que inclua as comunidades intermunicipais, universidades, politécnicos e associações empresariais”
Por que é que se candidatou à presidência da TCP?
Em primeiro lugar, porque recebi o desafio de vários atores ligados ao turismo, incluindo empresários, associações empresariais e colegas autarcas. Depois, fui amadurecendo a ideia e vi que tinha condições e capacidades para exercer estas funções. Contactei com muitas pessoas e cheguei à conclusão que, depois de me ter sido lançado o desafio por esses quadrantes todos, tinha condições para avançar.
O desafio que lhe foi lançado tem relação direta com as suas funções autárquicas num concelho com um setor turístico forte, no qual tem apostado?
Julgo que sim. Modéstia à parte, passa também pelo reconhecimento do trabalho feito e da competência que me é reconhecida pelos meus pares [autarcas] e pelos empresários. Penso que o facto de várias pessoas me terem lançado o repto também passa por esse reconhecimento e de reconhecerem que tenho capacidade e competência para o cargo.
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