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Santana Lopes anuncia museu e centro de investigação do arroz carolino

15 de às 09h33
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DB/Foto de Jot’Alves

O presidente da Câmara da Figueira da Foz anunciou ontem, em Maiorca, que a autarquia vai instalar um núcleo museológico e um centro de investigação e valorização dedicados ao arroz carolino. Santana Lopes adiantou que a vertente museológica poderá vir a ser instalada no Palácio Conselheiro Lopes, naquela localidade, se entretanto o edifício municipal não foi alienado.
O centro de investigação e valormueização serão instalados numa outra freguesia do concelho produtora de arroz carolino. Contudo, Santana Lopes afirmou aos jornalistas que ainda não decidiu sobre a localização dos futuros equipamentos.
No entanto, o autarca adiantou que a Universidade de Coimbra poderá vir a ser abordada pela autarquia para o centro de investigação. Isto porque, como frisou Santana Lopes, a mais antiga instituição de ensino superior do país acabou de abrir um campus universitário na Figueira da Foz, cuja inauguração está agendada para o próximo dia 20.
Por outro lado, o autarca figueirense garantiu que não será tomada nenhuma decisão à margem do diálogo com as juntas de freguesia e com os produtores de arroz carolino do concelho. De resto, exortou os autarcas e os agricultores a serem agentes ativos no processo.
Santana Lopes falava com os jornalistas à margem da apresentação da campanha nacional de divulgação do arroz carolino da Figueira da Foz, que terá eco em suportes publicitários físicos tradicionais (comunicação social e outdoors) e digitais. O produto também será divulgado através de workshops com cozinheiros de renome e outras iniciativas.

Principal produtor do Baixo Mondego

O território figueirense produz mais de metade do arroz carolino produzido no Baixo Mondego. No entanto, este produto está mais associado a outros concelhos da sub-região. Santana Lopes defendeu que este ativo, além do seu potencial económico, é um fator identitário do concelho, sustentando que também deve ser acrescentada a vertente de investigação.
“No concelho da Figueira da Foz há a maior parte da produção do arroz do Baixo Mondego. Esta realidade não é muito conhecida e às vezes o arroz carolino do Baixo Mondego é mais identificado com outros concelhos. O que nós queremos é dizer que também somos gente, uma parte muito importante nesta realidade económica”, defendeu o autarca.
Santana Lopes frisou, ainda, que “o desenvolvimento económico da Figueira tem de assentar no turismo, nos serviços, na indústria e no setor primário”. E acrescentou: “O arroz é um fator-chave do setor primário. Por isso, queremos puxar esta realidade económica para a identidade cultural da Figueira, que já puxou pelo sal, pelo geoparque [processo de candidatura em curso], pelo mar ou pelas lagoas. Tudo isto são ativos da Figueira”.

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1 Comentário

  1. Ze da gandara diz:

    O Sôdôtôr PSL antecipou-se ao seu homologo de MMV, personalidade muito criativa e que para chegar à capital da metrópole, Lesboa, muitas publicações tem feito por aqui neste meio de comunicação dita social. Se o mesmo um dia destes descobre acidentalmente o YouTube e as potencialidades do mesmo, teremos Youtuber a rivalizar com tantos Youtubers de sucesso como o wuant…

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