CoimbraGeral

Teixeira Veríssimo: “Iremos ser claramente interventivos em tudo o que possa prejudicar o desempenho dos médicos”

08 de às 09h19
0 comentário(s)

DB/Foto de Pedro Ramos

Toma hoje posse como presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM). Que mensagem gostaria de transmitir aos médicos?

Transmitir-lhes a mensagem de que podem confiar nesta equipa, que tudo fará para que as/os médicos tenham as melhores condições de trabalho possíveis, sendo aposta forte a formação, a valorização das carreiras, o estímulo à liderança médica e o apoio solidário para os que necessitarem.

Que medidas considera prioritárias neste início do seu mandato como presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos?

Manter e melhorar o que de bom foi feito nos mandatos anteriores e, em particular, insistir junto da tutela na necessidade de tornar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) mais atrativo para os médicos, especialmente nas regiões e nas especialidades onde há maiores carências. Não há falta de médicos em Portugal, há sim falta de médicos no SNS. Por isso, o SNS tem de se reformular e tornar-se mais atrativo e competitivo, quer com o estrangeiro, quer com outras áreas da Saúde em Portugal

Quando apresentou a sua candidatura, tinha referido que este mandato seria de continuidade em relação ao anterior, mas com ideias e um cunho próprios.

Sim, foi uma candidatura de continuidade, não só porque alguns dos elementos já pertenciam à equipa anterior, mas, essencialmente, porque nos revemos no trabalho inovador e de proximidade feito pelos nossos antecessores. No entanto, a evolução exige mudança e, por isso, mantendo o que de bom foi feito, tentaremos trazer inovação que se traduza em proveito para os médicos e para os doentes.

Nessa altura, afirmou que iria ter uma “intervenção assertiva e construtiva” na defesa dos doentes, dos médicos e da qualidade da Medicina praticada em Portugal. Pode especificar?

Quer dizer que iremos ser claramente interventivos em tudo o que possa prejudicar o desempenho dos médicos, o que só por si prejudica a qualidade da Medicina praticada, mas também em todas as situações em que seja necessário defender os direitos dos doentes, como a acessibilidade e a qualidade dos cuidados de saúde prestados. Esta intervenção assertiva será, contudo, sempre construtiva, pois iremos sempre tentar, em conjunto com as instituições, encontrar soluções para os problemas.

Ler entrevista completa na edição impressa e digital de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS

Autoria de:

Deixe o seu Comentário

O seu email não vai ser publicado. Os requisitos obrigatórios estão identificados com (*).


Coimbra

Geral