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Opinião: Força Lobos

11 de às 09h57
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Começou o campeonato do mundo de Rugby. França é por estes dias a aldeia global da competição do desporto rei do fair play que une, de forma única, pessoas de diferentes nações, culturas e religiões. A uma semana da estreia de Portugal é hora de preparar os cachecóis e exibir o orgulho na caminhada dos nossos Lobos até esta fase final com todo o apoio possível, jogo a jogo. Caminhada aliás que tem a impressão digital de dirigentes nacionais da FPR que são de Coimbra, entre eles o Vice-Presidente Ricardo Nunes, e fase final que terá um jogador de Coimbra, da AAC, o Manuel Picão. É por isso não apenas um motivo de entusiasmo nacional, apoiar a nossa seleção, como também uma razão de orgulho local que nas próximas semanas ligará a história do rugby da AAC à aldeia global do Rugby em França. Temos um grupo muito difícil mas aprendi durante o meu tempo de jogador que no rugby não há impossíveis, antes pelo contrário, é a atitude de lobo e o coração da equipa que determinam o resultado final. O quadro geral desta edição é de promessa de bom espetáculo e algumas surpresas, quer pelo confronto antecipado das melhores equipas na fase de grupos, quer pelo espaço que isso abrirá para afirmação de equipas tier-2. Além do entusiasmo patriota, nestes tempos de divisão e extremismos sociais, o Rugby traz a inspiração de umas semanas de paz na diferença, respeito pela diversidade e fair-play nas vitórias e nas derrotas. Como bem definido pelo ex-Presidente da África do Sul e histórico Nobel da Paz, Nelson Mandela, “o Rugby é mais do que um desporto, é um modo de vida”. Pela minha parte, farei o que me compete e dia 1 lá estarei em Saint-Ettiénne, no Geoffroy-Guichard, a apoiar os nossos rapazes.

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