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Opinião: “Jorge Fernandes é Judo, é competência”

28 de às 10h48
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Poderei não ser eu, neste momento, a melhor pessoa definir – será pouca humildade minha? – a personalidade do Senhor Presidente da Federação Portuguesa de Judo, Mestre Jorge Fernandes.
Os ataques soezes que lhe são dirigidos por alguns privilegiados, demonstram bem a capacidade com se muniu para se defender pelo trabalho, pela dedicação, pelo empenhamento e, sobretudo, pela sua profunda competência e solidariedade.
Conheci-o quando o apelidavam de “saltimbanco”, pelo facto de em conjunto dinamizar a prática do judo “fora de ginásios ou pavilhões”, levando a modalidade para a rua.
Foram tempos difíceis para um homem que se dedicava à prática do judo, fundando um clube quando todos lhe fechavam as portas.
Foi “a pulso” que cresceu; foi a pulso que se afirmou a nível local, regional e nacional; foi a pulso que atingiu o topo do dirigismo desportivo.
O Jorge Fernandes, o Mestre Jorge Fernandes, teve apoio, naturalmente. Nomeadamente de um Homem de Excelência que já não está entre nós, chamado Jorge Lemos, ao tempo Vereador da Câmara Municipal de Coimbra. Mas teve também o respeito e sobretudo a amizade dos seus Amigos de outras modalidades desportivas que lhe reconheceram o mérito, também pelo trabalho.
Um Homem só, “ou é Deus, ou besta! Deus, deve ser muito difícil – calculo eu – e besta não é desejável que alguém o queira ser!
O Senhor Presidente da Federação Portuguesa de Judo conseguiu “trazer para Coimbra” o Centro de Treinos da Modalidade.
Muitos mostraram o ex-CAIC em Cernache e as suas enormes qualidades para centro de treinos. Lá se fizeram alguns estágios de outras modalidades. Mas só ele, porque é ele e a sua direcção que manda e determina, conseguiu demonstrar a todos a excelência do espaço.
Hoje, nos dias de hoje e se calhar no futuro, por efeito de más influências, o Jorge Fernandes está a ser atacado, também, na sua dignidade e carácter.
Poderia ser um péssimo Presidente, que o não é; poderia ser um arrogante, que o não é; poderia ser um mau técnico, que o não é; poderia ser alguém que procurasse o conflito, que o não é. Antes, procura o rigor, a competência, a dignidade de uma modalidade que, durante a sua gestão atingiu patamares nunca antes vistos. A inveja é feia e indigna!
Seria bom e digno que Comité Olímpico de Portugal, IPDJ e Secretaria de Estado do Desporto reconhecessem o seu valor, a sua qualidade e as suas qualificações e não andassem à procura de “fundos negros”! Têm bem mais coisas com que se preocupar!
Coimbra merece um Presidente que dignifica a cidade, ou continua pequena, menor e invejosa, assistindo de cadeirão ao, ainda maior, desmoronar do desporto?
Espero sinceramente que Coimbra não perca esta batalha…para que não se transforme numa guerra!
Hoje, como ontem, a minha solidariedade mantém-se!

Pode ler a opinião na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS

 

 

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