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Opinião: Políticos “Maduros”

28 de às 10h56
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Portugal é hoje um País de esquerda, que desconsidera o setor privado e menospreza o mérito, castrando habilidosamente o sucesso, e no qual a política é feita sob encomenda de uma agenda sensacionalista que nos empobrece a cada dia.
Portugal insiste um privilegiar a omnipresença de um estado despesista, improficiente, que reiteradamente rotula de “bandidos” todos os que ousam pensar diferente, e que implementa medidas à desgarrada de um legítimo sentido de Estado.
Entre muitas outras medidas, as políticas recentemente anunciadas pelo Governo relativas ao mercado da habitação constituem um hediondo ataque ao direito de propriedade e um inqualificável assalto a toda e qualquer iniciativa privada, que está hoje em causa por conta de um Estado que se assume proxeneta do trabalho e bens alheios para saciar os seus dispendiosos vícios e infindável incompetência.
Com particular relevo para o setor do turismo, no qual assentámos muito do nosso recente reconhecimento internacional e desenvolvimento económico, anunciamos agora ao Mundo, de forma atabalhoada e pouco pensada, a reversão de um posicionamento de inquestionável sucesso com o propósito único de alimentar as vozes críticas de uma esquerda retrograda.
A política Portuguesa demonstra ser perversa, inibidora da atividade legitima de todos os que querem construir, evoluir, desenvolver e logo gerar e partilhar riqueza como contributo para uma sociedade mais justa e equitativa, sem deixar de ser competitiva.
Somos um País com líderes políticos limitados, de olhos centrados no umbigo, e agora até nas contas da eletricidade, que astuciosamente negam a evidência dos méritos de um Estado mais tutelar e exigente, menos participativo, ansiosos de não perderem protagonismo e sustento.

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