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Opinião: Setembro – Que PS?

04 de às 13h32
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Setembro vai ser um mês em que o Partido Socialista do Concelho de Coimbra vai discutir – discutirá? – várias formas de organização – assim será? – e outros alinhamentos ou desalinhamentos.
A dois anunciados candidatos, junta-se agora um terceiro que, diga-se em abono da verdade, estará fora da caixa. Porque, naturalmente, poderá ir buscar descontentes com os últimos 10 anos de governação – da concelhia e da cidade, esta de 8 anos – assim como, fazer a síntese do pensamento – haverá pensamento? – para os próximos 2 ou 4 anos. Não me admira que haja tantos candidatos, porque com o desaparecimento prematuro do anterior Presidente da Concelhia, muitos, uns, ficaram órfãos pela impossibilidade de pensamento próprio.
Outros, naturalmente, pelo facto de querer ganhar o seu lugar – ao sol? – esqueceram todo o passado, seu passado recente, de humilhante derrota nas autárquicas e tentar a todo o custo segurar-se a um qualquer ramo que lhes mantenha a cabeça fora de água.
Ora, “a bem de ver” estou muito curioso para saber quem apoia que, que alinhamentos, como vão debater ideias para a cidade, para o concelho e sobretudo para o País, porque Coimbra não é uma cidade qualquer e precisa de um Presidente da Concelhia com capacidade de liderança e de impor um calendário inequívoco sobre matérias determinantes para o futuro da governação do PS e sobretudo do País.
Uma nova lei eleitoral nacional precisa-se. Quem poderá liderar uma comissão para apresentar uma proposta ao PS Lisboa, após discussão intensa no interior do PS Coimbra? Uma nova lei eleitoral interna urge, para a escolha dos Deputados, do Presidente de Câmara e vereadores ou, se deverá ser a Assembleia Municipal a escolher o Presidente da Câmara e os Vereadores após as eleições autárquicas.O que defenderá a próxima concelhia e que propostas fará sobre a saúde, nomeadamente sobre o Serviço Nacional e o seu desenvolvimento que, naturalmente, terá de se debruçar sobre a entrada dos estudantes na Faculdade de Medicina, sobre o papel dos jovens e recém formados e especializados ao serviço das populações, nomeadamente, o número de anos que deverão “dar ao POVO que paga os impostos – do litoral ao interior e vice-versa.

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